Gilberto Barcelos Souza. Farmacêutico. Trabalhou durante 40 anos no Serviço de Farmácia do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) ● Universidade Federal Fluminense (UFF) ● 30 Livros publicados ● Extravasamento ● Oncológicos Injetáveis ● Oncológicos Orais ● Imunoterápicos ● Protocolos Quimioterapia ● Interações em Oncologia ● Manipulação Magistral ● Guia Medicamentos Injetáveis ● Oncologia Pediátrica ● Editor do www.meuslivrosdefarmacia.com.br. Editor do www.meuslivrosdeoncologia.com.br
16 setembro, 2019
14 julho, 2019
Estabilidade da insulina após diluição ou retirada da geladeira
Centro de Informação sobre Medicamento – CIM/CRF-BA.
A estabilidade dos produtos farmacêuticos depende de fatores ambientais como temperatura, umidade, luz e de outros fatores relacionados ao próprio produto como propriedades físicas e químicas, de substâncias ativas e excipientes farmacêuticos, forma farmacêutica e sua composição, processo de fabricação, tipo e propriedades dos materiais de embalagens.
A literatura indica para a conservação ideal da insulina humana recombinante NPH é necessário que os frascos fechados e canetas pré cheias não utilizadas sejam armazenados à temperatura de 2 a 8°C, o prazo de validade nessas condições é indicado no medicamento.
Se a refrigeração não estiver disponível, os frascos não abertos podem ser armazenados à temperatura ambiente, abaixo de 30°C ( temperatura mínima de 15°C) por até 42 dias. Frascos abertos e canetas em uso podem ser armazenadas em temperatura ambiente abaixo dos 25°C por até 28 dias.
Após 28 dias, o refil de insulina NPH e deve ser descartado, mesmo se ainda contiver insulina no seu interior. Descartar a porção não utilizada da caneta em uso 2 semanas após o primeiro uso.
Os medicamentos BASAGLAR® e BASAGLAR® KWIKPEN , segundo referências bibliográficas, os seus refis fechados devem ser refrigerados entre 2 e 8°C, nessas condições o prazo de validade pode ser até 24 meses. Os mesmos podem ser armazenados a uma temperatura ambiente abaixo de 30°C por até 28 dias. Os refils em uso devem ser armazenados a uma temperatura ambiente abaixo de 30°C por até 28 dias. Após esses 28 dias, devem ser descartados mesmo se ainda contiver o produto.
O NovoRapid® e NovoRapid® FlexPen® quando não estiverem em uso, devem ser armazenados em refrigeração com a temperatura entre 2°C e 8°C, tendo o prazo de validade de 30 meses nessas condições. Não devendo ser postos no congelador. Após abertos ou carregados como reserva, é recomendado armazenar em temperatura ambiente, abaixo de 30°C ou sob refrigeração entre 2°C e 8°C, novamente, distante do compartimento do congelador, por no máximo 4 semanas. Quando diluído para infusão salina normal, a estabilidade é mantida por 24 horas à temperatura ambiente.
Quando diluída com um meio de diluição de insulina para uma concentração de um décimo (U-10) ou metade (U-50), a mistura pode ser utilizada no período de 28 dias se for conservada a uma temperatura inferior a 30° C.
É extremamente recomendado que nenhum medicamento citado anteriormente seja congelado, impossibilitando o uso e, além disso, deve ser protegido do calor direto e da luz.
É comprovado a importância da atenção aos requisitos relacionados a estabilidade do medicamento, possibilitando uma previsão e prevenção de problemas que estejam relacionados à qualidade do produto durante seu tempo de validade, podendo assim, assegurar ao paciente a confiança e garantia da qualidade da assistência evitando possíveis erros.
Esperamos ter contribuído com o questionamento.
Centro de Informação sobre Medicamento – CIM/CRF-BA
A estabilidade dos produtos farmacêuticos depende de fatores ambientais como temperatura, umidade, luz e de outros fatores relacionados ao próprio produto como propriedades físicas e químicas, de substâncias ativas e excipientes farmacêuticos, forma farmacêutica e sua composição, processo de fabricação, tipo e propriedades dos materiais de embalagens.
A literatura indica para a conservação ideal da insulina humana recombinante NPH é necessário que os frascos fechados e canetas pré cheias não utilizadas sejam armazenados à temperatura de 2 a 8°C, o prazo de validade nessas condições é indicado no medicamento.
Se a refrigeração não estiver disponível, os frascos não abertos podem ser armazenados à temperatura ambiente, abaixo de 30°C ( temperatura mínima de 15°C) por até 42 dias. Frascos abertos e canetas em uso podem ser armazenadas em temperatura ambiente abaixo dos 25°C por até 28 dias.
Após 28 dias, o refil de insulina NPH e deve ser descartado, mesmo se ainda contiver insulina no seu interior. Descartar a porção não utilizada da caneta em uso 2 semanas após o primeiro uso.
Os medicamentos BASAGLAR® e BASAGLAR® KWIKPEN , segundo referências bibliográficas, os seus refis fechados devem ser refrigerados entre 2 e 8°C, nessas condições o prazo de validade pode ser até 24 meses. Os mesmos podem ser armazenados a uma temperatura ambiente abaixo de 30°C por até 28 dias. Os refils em uso devem ser armazenados a uma temperatura ambiente abaixo de 30°C por até 28 dias. Após esses 28 dias, devem ser descartados mesmo se ainda contiver o produto.
O NovoRapid® e NovoRapid® FlexPen® quando não estiverem em uso, devem ser armazenados em refrigeração com a temperatura entre 2°C e 8°C, tendo o prazo de validade de 30 meses nessas condições. Não devendo ser postos no congelador. Após abertos ou carregados como reserva, é recomendado armazenar em temperatura ambiente, abaixo de 30°C ou sob refrigeração entre 2°C e 8°C, novamente, distante do compartimento do congelador, por no máximo 4 semanas. Quando diluído para infusão salina normal, a estabilidade é mantida por 24 horas à temperatura ambiente.
Quando diluída com um meio de diluição de insulina para uma concentração de um décimo (U-10) ou metade (U-50), a mistura pode ser utilizada no período de 28 dias se for conservada a uma temperatura inferior a 30° C.
É extremamente recomendado que nenhum medicamento citado anteriormente seja congelado, impossibilitando o uso e, além disso, deve ser protegido do calor direto e da luz.
É comprovado a importância da atenção aos requisitos relacionados a estabilidade do medicamento, possibilitando uma previsão e prevenção de problemas que estejam relacionados à qualidade do produto durante seu tempo de validade, podendo assim, assegurar ao paciente a confiança e garantia da qualidade da assistência evitando possíveis erros.
Esperamos ter contribuído com o questionamento.
Centro de Informação sobre Medicamento – CIM/CRF-BA
17 maio, 2019
Livro Medicamentos Oncológicos na Prática Clínica 2ª edição 2019
MEDICAMENTOS ONCOLÓGICOS NA PRÁTICA CLÍNICA 2ª ED. 2019
Gilberto Barcelos Souza
Editora Farmacêutica
2ª Edição 2019
ISBN 978-85-89248-21-1
1.023 páginas
Capa dura
Preço: R$ 239,00
Sumário
- Agradecimentos
- Nota
- Prefácio
- Apresentação
- Introdução
- Lista de abreviaturas e siglas
- Conceitos básicos em oncologia
- Cálculos farmacêuticos
- Manipulação de medicamentos oncológicos
- Extravasamento de medicamentos
- Normatização de etiquetas para
- medicamentos oncológicos
- Farmacovigilância na prática clínica hospitalar
- Medicamentos Oncológicos: Monografias
- Anexos
- Índice geral dos medicamentos
ABIRATERONA
ACICLOVIR
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO
ACITRETINA
ACLARRUBICINA
AFATINIBE
AFLIBERCEPT
ALENTUZUMABE
ALFAINTERFERONA A RECOMBINANTE
ALFAINTERFERONA B RECOMBINANTE
ALTRETAMINA
AMIFOSTINA
AMINOGLUTETIMIDA
AMSACRINA
ANAGRELIDA
ANASTROZOL
APREPITANTO
ASPARAGINASE
ATEZOLIZUMABE
AVELUMABE
AXITINIBE
AZACITIDINA
BCG
BENDAMUSTINA
BEVACIZUMABE
BEXAROTENO
BICALUTAMIDA
BLEOMICINA
BLINATUMOMABE
BORTEZOMIBE
BOSUTINIBE
BRENTUXIMABE
BROMOCRIPTINA
BUSSERRELINA
BUSSULFANO
CABAZITAXEL
CABERGOLINA
CAPECITABINA
CARBOPLATINA
CARFILZOMIBE
CARMUSTINA
CETUXIMABE
CICLOFOSFAMIDA
CICLOSPORINA
CIPROTERONA
CISPLATINA
CITARABINA
CITARABINA LIPOSSOMAL
CLADRIBINA
CLODRONATO
CLOFARABINA
CLORAMBUCILA
CRIZOTINIBE
DABRAFENIBE
DACARBAZINA
DACTINOMICINA
DARATUMUMABE
DASATINIBE
DAUNORRUBICINA
DEGARELIX
DENOSUMABE
DEXAMETASONA
DEXRAZOXANO
DICLORETO DE RÁDIO-
DIETILESTILBESTROL
DINUTUXIMABE
DOCETAXEL
DOXORRUBICINA
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO
DURVALUMABE
ELOTUZUMABE
ENZALUTAMIDA
EPIRRUBICINA
ERITROPOETINA
ERLOTINIBE
ESTRAMUSTINA
ESTREPTOZOCINA
ETOPOSIDO
EVEROLIMO
EXEMESTANO
FILGRASTIM
FLUDARABINA
FLUORURACILA
FLUTAMIDA
FOLINATO DE CÁLCIO
FULVESTRANTO
GANCICLOVIR
GEFITINIBE
GENCITABINA
GENTUZUMABE OZOGAMICINA
GOSSERRELINA
HIDROXIUREIA
IBRITUMOMABE
IBRUTINIBE
IDARRUBICINA
IFOSFAMIDA
IMATINIBE
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA
INTERLEUCINA
IPILIMUMABE
IRINOTECANO
IXABEPILONA
LAPATINIBE
LENALIDOMIDA
LETROZOL
LEUPRORRELINA
LOMUSTINA
MECLORETAMINA
MEGESTROL
MELFALANO
MERCAPTOPURINA
MESNA
METOTREXATO
MIDOSTAURINA
MITOMICINA
MITOTANO
MITOXANTRONA
MORFINA
NAB-PACLITAXEL
NELARABINA
NILOTINIBE
NILUTAMIDA
NIVOLUMABE
OCTREOTIDA
OFATUMUMABE
OLARATUMABE
ONDANSETRONA
OXALIPLATINA
PACLITAXEL
PALBOCICLIBE
PAMIDRONATO
PANITUMUMABE
PAZOPANIBE
PEGASPARGASE
PEGFILGRASTIM
PEMBROLIZUMABE
PEMETREXEDE
PERTUZUMABE
PLERIXAFOR
POMALIDOMIDA
PONATINIBE
PROCARBAZINA
QUINAGOLIDA
RALTITREXEDE
RASBURICASE
REGORAFENIBE
RITUXIMABE
ROMIDEPSINA
RUXOLITINIBE
SARGRAMOSTIM
SORAFENIBE
SUNITINIBE
TALIDOMIDA
TAMOXIFENO
TEMOZOLOMIDA
TEMSIROLIMO
TENIPOSIDO
TIOGUANINA
TIOTEPA
TOPOTECANO
TRAMADOL
TRAMETINIBE
TRASTUZUMABE
TRASTUZUMABE ENTANSINA
TREOSSULFANO
TRETINOÍNA
TRIÓXIDO DE ARSÊNIO
VANDETANIBE
VEMURAFENIBE
VIMBLASTINA
VINCRISTINA
VINCRISTINA LIPOSSOMAL
VINDESINA
VINFLUNINA
VINORELBINA
VISMODEGIBE
VORINOSTATE
ACICLOVIR
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO
ACITRETINA
ACLARRUBICINA
AFATINIBE
AFLIBERCEPT
ALENTUZUMABE
ALFAINTERFERONA A RECOMBINANTE
ALFAINTERFERONA B RECOMBINANTE
ALTRETAMINA
AMIFOSTINA
AMINOGLUTETIMIDA
AMSACRINA
ANAGRELIDA
ANASTROZOL
APREPITANTO
ASPARAGINASE
ATEZOLIZUMABE
AVELUMABE
AXITINIBE
AZACITIDINA
BCG
BENDAMUSTINA
BEVACIZUMABE
BEXAROTENO
BICALUTAMIDA
BLEOMICINA
BLINATUMOMABE
BORTEZOMIBE
BOSUTINIBE
BRENTUXIMABE
BROMOCRIPTINA
BUSSERRELINA
BUSSULFANO
CABAZITAXEL
CABERGOLINA
CAPECITABINA
CARBOPLATINA
CARFILZOMIBE
CARMUSTINA
CETUXIMABE
CICLOFOSFAMIDA
CICLOSPORINA
CIPROTERONA
CISPLATINA
CITARABINA
CITARABINA LIPOSSOMAL
CLADRIBINA
CLODRONATO
CLOFARABINA
CLORAMBUCILA
CRIZOTINIBE
DABRAFENIBE
DACARBAZINA
DACTINOMICINA
DARATUMUMABE
DASATINIBE
DAUNORRUBICINA
DEGARELIX
DENOSUMABE
DEXAMETASONA
DEXRAZOXANO
DICLORETO DE RÁDIO-
DIETILESTILBESTROL
DINUTUXIMABE
DOCETAXEL
DOXORRUBICINA
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO
DURVALUMABE
ELOTUZUMABE
ENZALUTAMIDA
EPIRRUBICINA
ERITROPOETINA
ERLOTINIBE
ESTRAMUSTINA
ESTREPTOZOCINA
ETOPOSIDO
EVEROLIMO
EXEMESTANO
FILGRASTIM
FLUDARABINA
FLUORURACILA
FLUTAMIDA
FOLINATO DE CÁLCIO
FULVESTRANTO
GANCICLOVIR
GEFITINIBE
GENCITABINA
GENTUZUMABE OZOGAMICINA
GOSSERRELINA
HIDROXIUREIA
IBRITUMOMABE
IBRUTINIBE
IDARRUBICINA
IFOSFAMIDA
IMATINIBE
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA
INTERLEUCINA
IPILIMUMABE
IRINOTECANO
IXABEPILONA
LAPATINIBE
LENALIDOMIDA
LETROZOL
LEUPRORRELINA
LOMUSTINA
MECLORETAMINA
MEGESTROL
MELFALANO
MERCAPTOPURINA
MESNA
METOTREXATO
MIDOSTAURINA
MITOMICINA
MITOTANO
MITOXANTRONA
MORFINA
NAB-PACLITAXEL
NELARABINA
NILOTINIBE
NILUTAMIDA
NIVOLUMABE
OCTREOTIDA
OFATUMUMABE
OLARATUMABE
ONDANSETRONA
OXALIPLATINA
PACLITAXEL
PALBOCICLIBE
PAMIDRONATO
PANITUMUMABE
PAZOPANIBE
PEGASPARGASE
PEGFILGRASTIM
PEMBROLIZUMABE
PEMETREXEDE
PERTUZUMABE
PLERIXAFOR
POMALIDOMIDA
PONATINIBE
PROCARBAZINA
QUINAGOLIDA
RALTITREXEDE
RASBURICASE
REGORAFENIBE
RITUXIMABE
ROMIDEPSINA
RUXOLITINIBE
SARGRAMOSTIM
SORAFENIBE
SUNITINIBE
TALIDOMIDA
TAMOXIFENO
TEMOZOLOMIDA
TEMSIROLIMO
TENIPOSIDO
TIOGUANINA
TIOTEPA
TOPOTECANO
TRAMADOL
TRAMETINIBE
TRASTUZUMABE
TRASTUZUMABE ENTANSINA
TREOSSULFANO
TRETINOÍNA
TRIÓXIDO DE ARSÊNIO
VANDETANIBE
VEMURAFENIBE
VIMBLASTINA
VINCRISTINA
VINCRISTINA LIPOSSOMAL
VINDESINA
VINFLUNINA
VINORELBINA
VISMODEGIBE
VORINOSTATE
15 maio, 2019
Livro Medicamentos Oncológicos na Prática Clínica 2ª edição
MEDICAMENTOS ONCOLÓGICOS NA PRÁTICA CLÍNICA 2ª ED. 2019
Gilberto Barcelos Souza
Editora Farmacêutica
2ª Edição 2019
ISBN 978-85-89248-21-1
1.023 páginas
Capa dura
Preço: R$ 239,00
Sumário
- Agradecimentos
- Nota
- Prefácio
- Apresentação
- Introdução
- Lista de abreviaturas e siglas
- Conceitos básicos em oncologia
- Cálculos farmacêuticos
- Manipulação de medicamentos oncológicos
- Extravasamento de medicamentos
- Normatização de etiquetas para
- medicamentos oncológicos
- Farmacovigilância na prática clínica hospitalar
- Medicamentos Oncológicos: Monografias
- Anexos
- Índice geral dos medicamentos
ABIRATERONA
ACICLOVIR
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO
ACITRETINA
ACLARRUBICINA
AFATINIBE
AFLIBERCEPT
ALENTUZUMABE
ALFAINTERFERONA A RECOMBINANTE
ALFAINTERFERONA B RECOMBINANTE
ALTRETAMINA
AMIFOSTINA
AMINOGLUTETIMIDA
AMSACRINA
ANAGRELIDA
ANASTROZOL
APREPITANTO
ASPARAGINASE
ATEZOLIZUMABE
AVELUMABE
AXITINIBE
AZACITIDINA
BCG
BENDAMUSTINA
BEVACIZUMABE
BEXAROTENO
BICALUTAMIDA
BLEOMICINA
BLINATUMOMABE
BORTEZOMIBE
BOSUTINIBE
BRENTUXIMABE
BROMOCRIPTINA
BUSSERRELINA
BUSSULFANO
CABAZITAXEL
CABERGOLINA
CAPECITABINA
CARBOPLATINA
CARFILZOMIBE
CARMUSTINA
CETUXIMABE
CICLOFOSFAMIDA
CICLOSPORINA
CIPROTERONA
CISPLATINA
CITARABINA
CITARABINA LIPOSSOMAL
CLADRIBINA
CLODRONATO
CLOFARABINA
CLORAMBUCILA
CRIZOTINIBE
DABRAFENIBE
DACARBAZINA
DACTINOMICINA
DARATUMUMABE
DASATINIBE
DAUNORRUBICINA
DEGARELIX
DENOSUMABE
DEXAMETASONA
DEXRAZOXANO
DICLORETO DE RÁDIO-
DIETILESTILBESTROL
DINUTUXIMABE
DOCETAXEL
DOXORRUBICINA
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO
DURVALUMABE
ELOTUZUMABE
ENZALUTAMIDA
EPIRRUBICINA
ERITROPOETINA
ERLOTINIBE
ESTRAMUSTINA
ESTREPTOZOCINA
ETOPOSIDO
EVEROLIMO
EXEMESTANO
FILGRASTIM
FLUDARABINA
FLUORURACILA
FLUTAMIDA
FOLINATO DE CÁLCIO
FULVESTRANTO
GANCICLOVIR
GEFITINIBE
GENCITABINA
GENTUZUMABE OZOGAMICINA
GOSSERRELINA
HIDROXIUREIA
IBRITUMOMABE
IBRUTINIBE
IDARRUBICINA
IFOSFAMIDA
IMATINIBE
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA
INTERLEUCINA
IPILIMUMABE
IRINOTECANO
IXABEPILONA
LAPATINIBE
LENALIDOMIDA
LETROZOL
LEUPRORRELINA
LOMUSTINA
MECLORETAMINA
MEGESTROL
MELFALANO
MERCAPTOPURINA
MESNA
METOTREXATO
MIDOSTAURINA
MITOMICINA
MITOTANO
MITOXANTRONA
MORFINA
NAB-PACLITAXEL
NELARABINA
NILOTINIBE
NILUTAMIDA
NIVOLUMABE
OCTREOTIDA
OFATUMUMABE
OLARATUMABE
ONDANSETRONA
OXALIPLATINA
PACLITAXEL
PALBOCICLIBE
PAMIDRONATO
PANITUMUMABE
PAZOPANIBE
PEGASPARGASE
PEGFILGRASTIM
PEMBROLIZUMABE
PEMETREXEDE
PERTUZUMABE
PLERIXAFOR
POMALIDOMIDA
PONATINIBE
PROCARBAZINA
QUINAGOLIDA
RALTITREXEDE
RASBURICASE
REGORAFENIBE
RITUXIMABE
ROMIDEPSINA
RUXOLITINIBE
SARGRAMOSTIM
SORAFENIBE
SUNITINIBE
TALIDOMIDA
TAMOXIFENO
TEMOZOLOMIDA
TEMSIROLIMO
TENIPOSIDO
TIOGUANINA
TIOTEPA
TOPOTECANO
TRAMADOL
TRAMETINIBE
TRASTUZUMABE
TRASTUZUMABE ENTANSINA
TREOSSULFANO
TRETINOÍNA
TRIÓXIDO DE ARSÊNIO
VANDETANIBE
VEMURAFENIBE
VIMBLASTINA
VINCRISTINA
VINCRISTINA LIPOSSOMAL
VINDESINA
VINFLUNINA
VINORELBINA
VISMODEGIBE
VORINOSTATE
ACICLOVIR
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO
ACITRETINA
ACLARRUBICINA
AFATINIBE
AFLIBERCEPT
ALENTUZUMABE
ALFAINTERFERONA A RECOMBINANTE
ALFAINTERFERONA B RECOMBINANTE
ALTRETAMINA
AMIFOSTINA
AMINOGLUTETIMIDA
AMSACRINA
ANAGRELIDA
ANASTROZOL
APREPITANTO
ASPARAGINASE
ATEZOLIZUMABE
AVELUMABE
AXITINIBE
AZACITIDINA
BCG
BENDAMUSTINA
BEVACIZUMABE
BEXAROTENO
BICALUTAMIDA
BLEOMICINA
BLINATUMOMABE
BORTEZOMIBE
BOSUTINIBE
BRENTUXIMABE
BROMOCRIPTINA
BUSSERRELINA
BUSSULFANO
CABAZITAXEL
CABERGOLINA
CAPECITABINA
CARBOPLATINA
CARFILZOMIBE
CARMUSTINA
CETUXIMABE
CICLOFOSFAMIDA
CICLOSPORINA
CIPROTERONA
CISPLATINA
CITARABINA
CITARABINA LIPOSSOMAL
CLADRIBINA
CLODRONATO
CLOFARABINA
CLORAMBUCILA
CRIZOTINIBE
DABRAFENIBE
DACARBAZINA
DACTINOMICINA
DARATUMUMABE
DASATINIBE
DAUNORRUBICINA
DEGARELIX
DENOSUMABE
DEXAMETASONA
DEXRAZOXANO
DICLORETO DE RÁDIO-
DIETILESTILBESTROL
DINUTUXIMABE
DOCETAXEL
DOXORRUBICINA
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO
DURVALUMABE
ELOTUZUMABE
ENZALUTAMIDA
EPIRRUBICINA
ERITROPOETINA
ERLOTINIBE
ESTRAMUSTINA
ESTREPTOZOCINA
ETOPOSIDO
EVEROLIMO
EXEMESTANO
FILGRASTIM
FLUDARABINA
FLUORURACILA
FLUTAMIDA
FOLINATO DE CÁLCIO
FULVESTRANTO
GANCICLOVIR
GEFITINIBE
GENCITABINA
GENTUZUMABE OZOGAMICINA
GOSSERRELINA
HIDROXIUREIA
IBRITUMOMABE
IBRUTINIBE
IDARRUBICINA
IFOSFAMIDA
IMATINIBE
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA
INTERLEUCINA
IPILIMUMABE
IRINOTECANO
IXABEPILONA
LAPATINIBE
LENALIDOMIDA
LETROZOL
LEUPRORRELINA
LOMUSTINA
MECLORETAMINA
MEGESTROL
MELFALANO
MERCAPTOPURINA
MESNA
METOTREXATO
MIDOSTAURINA
MITOMICINA
MITOTANO
MITOXANTRONA
MORFINA
NAB-PACLITAXEL
NELARABINA
NILOTINIBE
NILUTAMIDA
NIVOLUMABE
OCTREOTIDA
OFATUMUMABE
OLARATUMABE
ONDANSETRONA
OXALIPLATINA
PACLITAXEL
PALBOCICLIBE
PAMIDRONATO
PANITUMUMABE
PAZOPANIBE
PEGASPARGASE
PEGFILGRASTIM
PEMBROLIZUMABE
PEMETREXEDE
PERTUZUMABE
PLERIXAFOR
POMALIDOMIDA
PONATINIBE
PROCARBAZINA
QUINAGOLIDA
RALTITREXEDE
RASBURICASE
REGORAFENIBE
RITUXIMABE
ROMIDEPSINA
RUXOLITINIBE
SARGRAMOSTIM
SORAFENIBE
SUNITINIBE
TALIDOMIDA
TAMOXIFENO
TEMOZOLOMIDA
TEMSIROLIMO
TENIPOSIDO
TIOGUANINA
TIOTEPA
TOPOTECANO
TRAMADOL
TRAMETINIBE
TRASTUZUMABE
TRASTUZUMABE ENTANSINA
TREOSSULFANO
TRETINOÍNA
TRIÓXIDO DE ARSÊNIO
VANDETANIBE
VEMURAFENIBE
VIMBLASTINA
VINCRISTINA
VINCRISTINA LIPOSSOMAL
VINDESINA
VINFLUNINA
VINORELBINA
VISMODEGIBE
VORINOSTATE
16 abril, 2019
ACTUACIONES SOBRE MEDICAMENTOS PELIGROSOS NO ANTINEOPLÁSICOS EN UN HOSPITAL DE TERCER NIVEL
CONTRERAS NOGALES AM, FERNANDEZ GARCIA MI, PERIAÑEZ PARRAGA L, CANOREA DIAZ F, DEL AGUILA BUGNON S, RODRIGUEZ MUÑOZ PM, CARACUEL LOPERA S, DELGADO SANCHEZ O
HOSPITAL UNIVERSITARIO SON ESPASES. CTRA DE VALLDEMOSSA 79. ISLAS BALEARES
OBJETIVOS La publicación de la lista NIOSH y su aplicación por INSHT en España, ha provocado un cambio en el concepto de medicamento peligroso en su manipulación por el personal de enfermería encargado de su preparación(en Farmacia) y administración(en las plantas), así como en la formación del personal implicado en su manejo. El objetivo de este estudio es difundir las actividades seguidas en un hospital para la adecuación de procedimientos a la manipulación segura de medicamentos peligrosos a la lista NIOSH.
MATERIALES Y MÉTODOS En mayo de 2017 se inició un programa formativo e informativo sobre Manejo seguro de Medicamentos Peligrosos en unidad de enfermería, llevado a cabo por el servicio de Prevención de Riesgos Laborales y el Servicio de Farmacia, en el que se informa al personal sanitario de novedades de lista NIOSH y medidas de protección necesarias para preparar, administrar y desechar medicamentos peligrosos. Así mismo, se identificaron todos los medicamentos peligrosos existentes en los armarios automáticos de dipensación Pyxis® en planta, mediante etiquetas en las que se indica las precauciones que se tienen que tener a la hora de manipular estos medicamentos. Se elaboraron 3 tipos de etiquetas identificativas de color amarillo que se colocan de manera visible en cada ubicación del Pyxis® que contiene uno de estos medicamentos. En unidades que no disponían de armarios Pyxis® se hizo una revisión de stock y se procedió a identificar con el mismo tipo de etiquetas los medicamentos peligrosos. Por otra parte, se modificaron los procedimientos de trabajo de preparación de medicamentos peligrosos parenterales elaborados en cabina de flujo laminar vertical (CFLV), de forma que se incorporaran en todos los equipos de administración purgados con medicación y con un tapón de seguridad (Puresite®) para evitar posibles derrames. El aflibercept jeringa se modifica su preparación a una cabina CFLV. La oxitocina y el ácido zoledrónico que pertenecen a lista NIOSH3 se preparan en cabina de flujo laminar horizontal (CFLH) con restricciones al personal en situación de riesgo reproductivo. Se aportan los datos de elaboración de medicamentos peligrosos preparados en CFLV y CFLH del año 2017 recogidos por personal de enfermería
RESULTADOS Y CONCLUSIONES Se han realizado 47 sesiones de formación para el personal, con carácter obligatorio, habiendo sido formadas 1081 personas, y realizándose un listado de las mismas. Se han identificado por medio de etiquetas 555 medicamentos peligrosos ubicados en los armarios de dispensación de medicación Pyxis®
Todos los tratamientos de ciclosporina(454 unidades), cidofovir(1 unidad), foscarnet(210 unidades), ganciclovir(548 unidades) y tacrólimus(124 unidades) se preparan en CFLV y son dispensados con el sistema purgado con medicación y un tapón de seguridad que evita derrames. El aflibercept intravítreo en jeringas(1959 unidades) se prepara también en CFLV. La oxitocina(2554 unidades) y el ácido zoledrónico(52 unidades) se preparan en CFLH.
Conclusiones La formación impartida en las sesiones, la identificación en Pyxis® y botiquines, y la preparación CFLV y CFLH de tratamientos peligrosos muestra la implantación del procedimiento de actuación en la elaboración y manipulación de medicamentos peligrosos.
Poster in: 63 ed. Congreso Nacional de la Sociedad Española de Farmacia Hospitalaria (SEFH) - Palma - 8 al 10 de Noviembre de 2018.
29 março, 2019
Dicas MOC – Hipersensibilidade a taxanos
Confira o MOC-Dicas deste mês sobre reações de hipersensibilidade aguda a taxanos, uma classe de quimioterápicos que tipicamente pode acarretar reações como essa.
Com apresentação da Dra. Debora Gagliato, oncologista clínica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, o vídeo esclarece que as reações de hipersensibilidade a taxanos podem ocorrer na prática clínica em diferentes graus de severidade, desde reações leves, até reações graves, com acometimento de múltiplo órgãos e sistemas, e em qualquer momento da exposição ao agente quimioterápico. Muitas vezes, é importante que paciente receba a droga em seu tratamento oncológico, e portanto a equipe de oncologistas deve conhecer os protocolos de dessensibilização a esses agentes. Preferencialmente, tal procedimento deve ser realizado em ambiente hospitalar, como todos os recursos disponíveis para atender situações potenciais de emergência. Na grande maioria dos casos, o paciente é dessensibilizado com sucesso, podendo ser re-exposto à droga, que muitas vezes é de extrema importância no arsenal terapêutico, em uma variedade de neoplasias sólidas.
Assista ao vídeo e confira dicas sobre protocolos de dessenbilização.
28 fevereiro, 2019
Impacto de um programa de melhoria de segurança e qualidade no clima de segurança entre profissionais de unidade de terapia intensiva em um hospital universitário
Rennan Martins Ribeiro1, Jane Cristina Dias Alves1, Luciana Cagnoni Ramos de Freitas1, Vanessa Marques Ferreira1, Eduardo de Souza Pacheco1, Miriam Jackiu1, Flavia Ribeiro Machado1
1Disciplina de Anestesiologia, Dor e Medicina Intensiva, Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) - São Paulo (SP), Brasil
Objetivo: Avaliar o impacto da implementação de um programa de melhoria da qualidade/cultura de segurança entre profissionais de terapia intensiva.
Métodos: Estudo prospectivo, Intervenção multifacetada: estimulo ao reporte de eventos adversos, divulgação de resultados, instituição de planos de ação, treinamentos, além da participação de familiares. Mensurou-se a cultura de segurança, de forma anônima, com versão eletrônica do Safety Atittudes Questionnaire (SAQ) (7 domínios/36 questões/respostas escala Likert) previamente/9 meses
após implementação. Respostas concordo totalmente/parcialmente foram interpretadas como positivas; somatória de respostas positivas de cada questão determinou o desempenho do respectivo domínio, expresso em percentual da nota máxima atingido. Resultados expressos em mediana (percentil 25-75%) utilizado teste de Mann-Whitney.
Resultados: Responderam ao SAQ do total de profissionais (pré-intervenção:115, 56%; pós-intevenção: 123, 60%). As respostas foram predominantemente de médicos (pré: 38%, pós: 38%) e enfermeiros (pré: 22%, pós: 28%). Observou-se aumento significativo no escore total do SAQ (pré-intervenção: 59,0 (46,1-78,5) após a intervenção (72,7 (52,5-88,3), p=0,001). Houve melhora significativa após a intervenção nos domínios clima de trabalho em equipe (66,6 (50-66,6)x66,6 (50-100) p=,001) e clima de segurança (37,5 (12,5-75,0) x 62,5 (37,5-87,5) p=,002).
Conclusão: A implementação de programa de melhoria segurança/qualidade associou-se à melhora no clima geral de segurança, potencializando o clima de segurança/trabalho em equipe. Esses fatores podem estar implicados num cuidado mais seguro.
E-poster in: XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva. São Paulo. SP. 2018.
1Disciplina de Anestesiologia, Dor e Medicina Intensiva, Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) - São Paulo (SP), Brasil
Objetivo: Avaliar o impacto da implementação de um programa de melhoria da qualidade/cultura de segurança entre profissionais de terapia intensiva.
Métodos: Estudo prospectivo, Intervenção multifacetada: estimulo ao reporte de eventos adversos, divulgação de resultados, instituição de planos de ação, treinamentos, além da participação de familiares. Mensurou-se a cultura de segurança, de forma anônima, com versão eletrônica do Safety Atittudes Questionnaire (SAQ) (7 domínios/36 questões/respostas escala Likert) previamente/9 meses
após implementação. Respostas concordo totalmente/parcialmente foram interpretadas como positivas; somatória de respostas positivas de cada questão determinou o desempenho do respectivo domínio, expresso em percentual da nota máxima atingido. Resultados expressos em mediana (percentil 25-75%) utilizado teste de Mann-Whitney.
Resultados: Responderam ao SAQ do total de profissionais (pré-intervenção:115, 56%; pós-intevenção: 123, 60%). As respostas foram predominantemente de médicos (pré: 38%, pós: 38%) e enfermeiros (pré: 22%, pós: 28%). Observou-se aumento significativo no escore total do SAQ (pré-intervenção: 59,0 (46,1-78,5) após a intervenção (72,7 (52,5-88,3), p=0,001). Houve melhora significativa após a intervenção nos domínios clima de trabalho em equipe (66,6 (50-66,6)x66,6 (50-100) p=,001) e clima de segurança (37,5 (12,5-75,0) x 62,5 (37,5-87,5) p=,002).
Conclusão: A implementação de programa de melhoria segurança/qualidade associou-se à melhora no clima geral de segurança, potencializando o clima de segurança/trabalho em equipe. Esses fatores podem estar implicados num cuidado mais seguro.
E-poster in: XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva. São Paulo. SP. 2018.
28 dezembro, 2018
Contribuição do farmacêutico clínico para o uso racional de corticoide em uma unidade de terapia intensiva adulta
Marcos Fernando Passaro1, Priscilla Sartori de Souza1, Nilson Moura Gambero1
1Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Santos - Santos (SP), Brasil
Objetivo: Este estudo busca avaliar a contribuição do farmacêutico clínico na equipe multiprofissional e na promoção do uso racional de corticoides.
Métodos: Estudo realizado em uma unidade de terapia intensiva (UTI) adulta de 32 leitos de alta complexidade. Foram incluídos pacientes em uso de corticoterapia e choque séptico, durante o período de março a dezembro de 2017. Foram utilizados base de dados do serviço de acompanhamento farmacoterapêutico com registro das intervenções realizadas pelo farmacêutico clínico durante as discussões em visita multiprofissional. Os aspectos observados foram aceitabilidade das intervenções e a classificação das intervenções: diminuição de dose (desmame), suspensão conforme tempo de tratamento, indicação, realização de terapia sequencial (quando há a passagem de via endovenosa (EV) para via oral (VO). Todas as intervenções realizadas levaram em consideração as indicações do Surviving Sepsis Campaign 2016, em conjunto com as discussões da equipe multiprofissional, o quadro clínico do paciente e exames laboratoriais.
Resultados: Durante o período do estudo foram realizadas 48 intervenções. Do total foram aceitas 46 (96%). Das intervenções aceitas, 17 (37%) delas resultaram em diminuição de dose (desmame), 14 (30%) para indicação da corticoterapia, 8 (18%) em suspensão por tempo de tratamento, 7 (15%) para troca de EV para VO.
Conclusão: A atuação do farmacêutico clínico junto à equipe multiprofissional para discussão da farmacoterapia e alta taxa de aceitação das intervenções contribuíram para o uso racional dos corticoides.
E-poster in: XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva. São Paulo. SP. 2018.
1Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Santos - Santos (SP), Brasil
Objetivo: Este estudo busca avaliar a contribuição do farmacêutico clínico na equipe multiprofissional e na promoção do uso racional de corticoides.
Métodos: Estudo realizado em uma unidade de terapia intensiva (UTI) adulta de 32 leitos de alta complexidade. Foram incluídos pacientes em uso de corticoterapia e choque séptico, durante o período de março a dezembro de 2017. Foram utilizados base de dados do serviço de acompanhamento farmacoterapêutico com registro das intervenções realizadas pelo farmacêutico clínico durante as discussões em visita multiprofissional. Os aspectos observados foram aceitabilidade das intervenções e a classificação das intervenções: diminuição de dose (desmame), suspensão conforme tempo de tratamento, indicação, realização de terapia sequencial (quando há a passagem de via endovenosa (EV) para via oral (VO). Todas as intervenções realizadas levaram em consideração as indicações do Surviving Sepsis Campaign 2016, em conjunto com as discussões da equipe multiprofissional, o quadro clínico do paciente e exames laboratoriais.
Resultados: Durante o período do estudo foram realizadas 48 intervenções. Do total foram aceitas 46 (96%). Das intervenções aceitas, 17 (37%) delas resultaram em diminuição de dose (desmame), 14 (30%) para indicação da corticoterapia, 8 (18%) em suspensão por tempo de tratamento, 7 (15%) para troca de EV para VO.
Conclusão: A atuação do farmacêutico clínico junto à equipe multiprofissional para discussão da farmacoterapia e alta taxa de aceitação das intervenções contribuíram para o uso racional dos corticoides.
E-poster in: XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva. São Paulo. SP. 2018.
20 dezembro, 2018
Taxa de erros na prescrição de medicamentos
Fonte:
Programa Nacional de Segurança do Paciente. Anexo 03: Protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos.
Definição:
Número de medicamentos prescritos com erro dividido pelo número total de medicamentos prescritos, vezes 100.
Nível de Informação:
Resultado
Dimensão da Qualidade:
Segurança
Numerador:
Número de medicamentos prescritos com erro
Denominador:
Número total de medicamentos prescritos com erro
Definição de Termos:
Número de medicamentos prescritos com erro:
São os medicamentos prescritos faltando dose, forma farmacêutica, via de administração, posologia, tempo de infusão, diluente, volume, velocidade de infusão, e abreviaturas contraindicadas.
Número total de medicamentos prescritos:
São todos os medicamentos prescritos em um determinado período de tempo.
Erro de medicação:
É qualquer evento evitável que, de fato ou potencialmente, possa levar ao uso inadequado de medicamento quando o medicamento se encontra sob o controle de profissionais de saúde, de paciente ou do consumidor, podendo ou não provocar dano ao paciente. Os erros de medicação podem ser relacionados à prática profissional, produtos usados na área de saúde, procedimentos, problemas de comunicação, incluindo prescrição, rótulos, embalagens, nomes, preparação, dispensação, distribuição, administração, educação, monitoramento e uso de medicamentos.
Erro de prescrição:
Erro de medicação que ocorre durante a prescrição de um medicamento, em decorrência tanto de redação da prescrição, como do processo de decisão terapêutica. O erro decisão terapêutica pode surgir de um desvio não intencional de padrões de referência, como: conhecimento científico atual, práticas normalmente reconhecidas, especificações técnicas dos medicamentos e legislação sanitária17. Um erro de prescrição pode estar relacionado à seleção do medicamento (considerando-se as indicações, as contraindicações, as alergias, as características do paciente, as interações medicamentosas e outros fatores), a dose, a concentração, o esquema terapêutico, a forma farmacêutica, a via de administração, a duração do tratamento e orientações de utilização, assim como pela ausência de prescrição de um medicamento necessário para tratar uma doença já diagnosticada ou para impedir os incidentes com outros medicamentos
Erros de dispensação:
Pode ser definido como um desvio na interpretação da prescrição, cometido pela equipe da farmácia quando da realização da dispensação de medicamentos para as unidades de internação ou na farmácia ambulatória. Incluem também erros relacionados às normas e à legislação. Podem ser classificados em: erros de conteúdo, erros de rotulagem e erros de documentação.
Erros de administração:
Erro decorrente de qualquer desvio no preparo e administração de medicamentos de acordo com a prescrição médica, da não observância das recomendações ou guias do hospital ou das instruções técnicas do fabricante do produto. Considera-se, ainda, que não há erro se o medicamento for administrado de forma correta, mesmo que a técnica utilizada contrarie a prescrição médica ou os procedimentos do hospital
Racionalidade:
Estudo realizado nos Estados Unidos da América revela que cada paciente internado em hospital norte-americano está sujeito a um erro de medicação por dia, sendo registrados anualmente, nessas instituições, no mínimo 400.000 eventos adversos evitáveis relacionados a medicamentos (1). Esses eventos adversos podem verificar-se em todas as etapas da cadeia terapêutica e sua ocorrência aumenta consideravelmente os custos do sistema de saúde (2,5-7).
Estima-se que os erros de medicação em hospitais provoquem mais de 7.000 mortes por ano nos Estados Unidos da América, acarretando importantes custos tangíveis e intangíveis (8). No Brasil ainda não estão disponíveis estatísticas de óbitos relacionados a erros de medicação.
Diante da possibilidade de prevenção dos erros de medicação e do risco de dano em função da sua ocorrência, torna-se relevante identificar a natureza e determinantes dos erros, como forma de dirigir ações para a prevenção. As falhas no processo de utilização de medicamentos são consideradas importantes fatores contribuintes para a redução da segurança do paciente (3,9).
A incorporação de princípios para reduzir erros humanos minimizando os lapsos de memória, promovendo acesso a informações sobre os medicamentos e desenvolvendo padrões internos de treinamento reduz a probabilidade de falhas e aumenta a chance de interceptá-las antes de resultar em prejuízo ao paciente.
Nesse sentido, devem-se incluir estratégias como a padronização de processos, o uso de recursos de tecnologia da informação, educação permanente e, principalmente, o acompanhamento das práticas profissionais em todas as etapas do processo que envolve o medicamento (14).
No Brasil, pesquisa bibliográfica realizada na base de dados PubMed em 10 de abril de 2013, utilizando os termos “medication errors” e “Brazil” encontrou 74 artigos publicados entre 1978 a 2012, sendo 66 deles em instituições hospitalares e 08 em estabelecimentos de saúde não hospitalares. Esses dados revelam a necessidade de maior estímulo à pesquisa e publicação nacional nesse importante campo de investigação como forma de conhecer a situação da segurança do uso de medicamentos.
Ajuste de Risco:
Não se aplica
Estratificação:
Setor de cuidado
Interpretação:
Taxa desejada: baixa
Taxas baixas estão associadas a maior adoção de medidas para diminuir a ocorrência de erros na atividade de prescrição de medicamentos.
Fonte de Dados:
Prescrição (eletrônica pré-digitada ou manual protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas.
Bibliografia:
1. Aspden P. et al. (ed.). Committee on identifying and preventing medication errors.preventing medication errors. institute of medicine of the national academies.Washington, DC: The National Academies Press, 2007; 544 p. (Quality Chasm Series).
2. Landrigan CP. etal.Temporal trends in rates of patient harm resulting from medical care. N Engl J Med, Boston.2010; 363(22):2124-34.
3. World Health Organization. WHO.Action on patient safety.High 5s.World alliance for patient safety.Disponível em: http://www.who.int/patientsafety/implementation/solutions/high5s/en.
4. Bates DW, Gawande AA. Error in medicine: what we have learned? Ann InternMed, Philadelphia. 2000; 132(9):763-767.
5. Leape LL,etal.The nature of adverse events and negligence in hospitalized patients: results of the Harvard Medical Practice Study II. N Engl J Med,Boston. 1991; 324(6):377-384.
6. Phillips DP,Christenfeld N, Glynn LM. Increase in US medication-error deaths between 1983 and 1993.Lancet, London.1998; 351(9103):643-644.
7. Cohen MR. Medication errors.Washington, AmPharm Assoc. 2006; 680 p.
8. Ferracini FT. Estrutura organizacional. In: Ferracini FT, Filho WM. Prática farmacêutica no ambiente hospitalar: do planejamento à realização. São Paulo: Atheneu, 2005.
Ano da Publicação:
2014
Programa Nacional de Segurança do Paciente. Anexo 03: Protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos.
Definição:
Número de medicamentos prescritos com erro dividido pelo número total de medicamentos prescritos, vezes 100.
Nível de Informação:
Resultado
Dimensão da Qualidade:
Segurança
Numerador:
Número de medicamentos prescritos com erro
Denominador:
Número total de medicamentos prescritos com erro
Definição de Termos:
Número de medicamentos prescritos com erro:
São os medicamentos prescritos faltando dose, forma farmacêutica, via de administração, posologia, tempo de infusão, diluente, volume, velocidade de infusão, e abreviaturas contraindicadas.
Número total de medicamentos prescritos:
São todos os medicamentos prescritos em um determinado período de tempo.
Erro de medicação:
É qualquer evento evitável que, de fato ou potencialmente, possa levar ao uso inadequado de medicamento quando o medicamento se encontra sob o controle de profissionais de saúde, de paciente ou do consumidor, podendo ou não provocar dano ao paciente. Os erros de medicação podem ser relacionados à prática profissional, produtos usados na área de saúde, procedimentos, problemas de comunicação, incluindo prescrição, rótulos, embalagens, nomes, preparação, dispensação, distribuição, administração, educação, monitoramento e uso de medicamentos.
Erro de prescrição:
Erro de medicação que ocorre durante a prescrição de um medicamento, em decorrência tanto de redação da prescrição, como do processo de decisão terapêutica. O erro decisão terapêutica pode surgir de um desvio não intencional de padrões de referência, como: conhecimento científico atual, práticas normalmente reconhecidas, especificações técnicas dos medicamentos e legislação sanitária17. Um erro de prescrição pode estar relacionado à seleção do medicamento (considerando-se as indicações, as contraindicações, as alergias, as características do paciente, as interações medicamentosas e outros fatores), a dose, a concentração, o esquema terapêutico, a forma farmacêutica, a via de administração, a duração do tratamento e orientações de utilização, assim como pela ausência de prescrição de um medicamento necessário para tratar uma doença já diagnosticada ou para impedir os incidentes com outros medicamentos
Erros de dispensação:
Pode ser definido como um desvio na interpretação da prescrição, cometido pela equipe da farmácia quando da realização da dispensação de medicamentos para as unidades de internação ou na farmácia ambulatória. Incluem também erros relacionados às normas e à legislação. Podem ser classificados em: erros de conteúdo, erros de rotulagem e erros de documentação.
Erros de administração:
Erro decorrente de qualquer desvio no preparo e administração de medicamentos de acordo com a prescrição médica, da não observância das recomendações ou guias do hospital ou das instruções técnicas do fabricante do produto. Considera-se, ainda, que não há erro se o medicamento for administrado de forma correta, mesmo que a técnica utilizada contrarie a prescrição médica ou os procedimentos do hospital
Racionalidade:
Estudo realizado nos Estados Unidos da América revela que cada paciente internado em hospital norte-americano está sujeito a um erro de medicação por dia, sendo registrados anualmente, nessas instituições, no mínimo 400.000 eventos adversos evitáveis relacionados a medicamentos (1). Esses eventos adversos podem verificar-se em todas as etapas da cadeia terapêutica e sua ocorrência aumenta consideravelmente os custos do sistema de saúde (2,5-7).
Estima-se que os erros de medicação em hospitais provoquem mais de 7.000 mortes por ano nos Estados Unidos da América, acarretando importantes custos tangíveis e intangíveis (8). No Brasil ainda não estão disponíveis estatísticas de óbitos relacionados a erros de medicação.
Diante da possibilidade de prevenção dos erros de medicação e do risco de dano em função da sua ocorrência, torna-se relevante identificar a natureza e determinantes dos erros, como forma de dirigir ações para a prevenção. As falhas no processo de utilização de medicamentos são consideradas importantes fatores contribuintes para a redução da segurança do paciente (3,9).
A incorporação de princípios para reduzir erros humanos minimizando os lapsos de memória, promovendo acesso a informações sobre os medicamentos e desenvolvendo padrões internos de treinamento reduz a probabilidade de falhas e aumenta a chance de interceptá-las antes de resultar em prejuízo ao paciente.
Nesse sentido, devem-se incluir estratégias como a padronização de processos, o uso de recursos de tecnologia da informação, educação permanente e, principalmente, o acompanhamento das práticas profissionais em todas as etapas do processo que envolve o medicamento (14).
No Brasil, pesquisa bibliográfica realizada na base de dados PubMed em 10 de abril de 2013, utilizando os termos “medication errors” e “Brazil” encontrou 74 artigos publicados entre 1978 a 2012, sendo 66 deles em instituições hospitalares e 08 em estabelecimentos de saúde não hospitalares. Esses dados revelam a necessidade de maior estímulo à pesquisa e publicação nacional nesse importante campo de investigação como forma de conhecer a situação da segurança do uso de medicamentos.
Estima-se que os erros de medicação em hospitais provoquem mais de 7.000 mortes por ano nos Estados Unidos da América, acarretando importantes custos tangíveis e intangíveis (8). No Brasil ainda não estão disponíveis estatísticas de óbitos relacionados a erros de medicação.
Diante da possibilidade de prevenção dos erros de medicação e do risco de dano em função da sua ocorrência, torna-se relevante identificar a natureza e determinantes dos erros, como forma de dirigir ações para a prevenção. As falhas no processo de utilização de medicamentos são consideradas importantes fatores contribuintes para a redução da segurança do paciente (3,9).
A incorporação de princípios para reduzir erros humanos minimizando os lapsos de memória, promovendo acesso a informações sobre os medicamentos e desenvolvendo padrões internos de treinamento reduz a probabilidade de falhas e aumenta a chance de interceptá-las antes de resultar em prejuízo ao paciente.
Nesse sentido, devem-se incluir estratégias como a padronização de processos, o uso de recursos de tecnologia da informação, educação permanente e, principalmente, o acompanhamento das práticas profissionais em todas as etapas do processo que envolve o medicamento (14).
No Brasil, pesquisa bibliográfica realizada na base de dados PubMed em 10 de abril de 2013, utilizando os termos “medication errors” e “Brazil” encontrou 74 artigos publicados entre 1978 a 2012, sendo 66 deles em instituições hospitalares e 08 em estabelecimentos de saúde não hospitalares. Esses dados revelam a necessidade de maior estímulo à pesquisa e publicação nacional nesse importante campo de investigação como forma de conhecer a situação da segurança do uso de medicamentos.
Ajuste de Risco:
Não se aplica
Estratificação:
Setor de cuidado
Interpretação:
Taxa desejada: baixa
Taxas baixas estão associadas a maior adoção de medidas para diminuir a ocorrência de erros na atividade de prescrição de medicamentos.
Taxas baixas estão associadas a maior adoção de medidas para diminuir a ocorrência de erros na atividade de prescrição de medicamentos.
Fonte de Dados:
Prescrição (eletrônica pré-digitada ou manual protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas.
Bibliografia:
1. Aspden P. et al. (ed.). Committee on identifying and preventing medication errors.preventing medication errors. institute of medicine of the national academies.Washington, DC: The National Academies Press, 2007; 544 p. (Quality Chasm Series).
2. Landrigan CP. etal.Temporal trends in rates of patient harm resulting from medical care. N Engl J Med, Boston.2010; 363(22):2124-34.
3. World Health Organization. WHO.Action on patient safety.High 5s.World alliance for patient safety.Disponível em: http://www.who.int/patientsafety/implementation/solutions/high5s/en.
4. Bates DW, Gawande AA. Error in medicine: what we have learned? Ann InternMed, Philadelphia. 2000; 132(9):763-767.
5. Leape LL,etal.The nature of adverse events and negligence in hospitalized patients: results of the Harvard Medical Practice Study II. N Engl J Med,Boston. 1991; 324(6):377-384.
6. Phillips DP,Christenfeld N, Glynn LM. Increase in US medication-error deaths between 1983 and 1993.Lancet, London.1998; 351(9103):643-644.
7. Cohen MR. Medication errors.Washington, AmPharm Assoc. 2006; 680 p.
8. Ferracini FT. Estrutura organizacional. In: Ferracini FT, Filho WM. Prática farmacêutica no ambiente hospitalar: do planejamento à realização. São Paulo: Atheneu, 2005.
2. Landrigan CP. etal.Temporal trends in rates of patient harm resulting from medical care. N Engl J Med, Boston.2010; 363(22):2124-34.
3. World Health Organization. WHO.Action on patient safety.High 5s.World alliance for patient safety.Disponível em: http://www.who.int/patientsafety/implementation/solutions/high5s/en.
4. Bates DW, Gawande AA. Error in medicine: what we have learned? Ann InternMed, Philadelphia. 2000; 132(9):763-767.
5. Leape LL,etal.The nature of adverse events and negligence in hospitalized patients: results of the Harvard Medical Practice Study II. N Engl J Med,Boston. 1991; 324(6):377-384.
6. Phillips DP,Christenfeld N, Glynn LM. Increase in US medication-error deaths between 1983 and 1993.Lancet, London.1998; 351(9103):643-644.
7. Cohen MR. Medication errors.Washington, AmPharm Assoc. 2006; 680 p.
8. Ferracini FT. Estrutura organizacional. In: Ferracini FT, Filho WM. Prática farmacêutica no ambiente hospitalar: do planejamento à realização. São Paulo: Atheneu, 2005.
Ano da Publicação:
2014
06 novembro, 2018
Vitamina K: Informações técnicas aos profissionais de saúde
|
MEDICAMENTO
|
FABRICANTE
|
EXCIPIENTES
|
VIA
|
BULA
|
|
Eskavit®
10 mg/mL amp 1 mL
|
Hipolabor
|
Solutol, glicose anidra, álcool benzílico,
ácido clorídrico.
|
IM/SC
|
Não usar EV
|
|
Kavit®
10 mg/mL amp 1 mL
|
Cristália
|
Propilenoglicol, acetato de sódio, ácido
acético, polissorbato 80, fenol.
|
IM
|
Via EV restrita a situações em que outras
vias não estão disponíveis
|
|
Kanakion MM® Pediátrico
2 mg amp 0,2 mL
|
Roche
|
Ácido glicocólico, hidróxido de sódio,
lecitina para micelas mistas, ácido clorídrico.
|
IM/EV/VO
|
-
|
|
Kanakion MM®
Adulto
10 mg/mL amp 1 mL
|
Roche
|
Ácido glicocólico, hidróxido de sódio,
lecitina, ácido clorídrico.
|
EV/VO
|
Não usar IM
|
|
Vikatron®
10 mg/mL amp 1 mL
|
Blau
|
Acetato de sódio, metabissulfito de sódio,
propilenoglicol, polissorbato 80.
|
IM
|
Não usar EV
|
|
Vita K®
10 mg/mL amp 1 mL
|
UQFN
|
Solutol, glicose, álcool benzílico.
|
IM/SC
|
Via EV restrita a situações em que outras
vias não estão disponíveis
|
Referências:
Bulas dos produtos comerciais.
Preparado e revisado por:
Farmacêutico Gilberto Barcelos
Souza.
Acadêmica de farmácia Ana
Carolina da Silva Martins
Atenção: Todos os cálculos deverão ser confirmados.
Observação: Pode ser necessária a consulta em outras referências bibliográficas.
Data da Revisão: 06/11/2018
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