06 fevereiro, 2014

ASSESSMENT OF WARD-BASED CLINICAL PHARMACY SERVICES IN JIMMA UNIVERSITY SPECIALIST HOSPITAL, ETHIOPIA: THE CASE OF INTERNAL MEDICINE


A Berhane, E Ali, O Peggy, S Suleman.
University of Gondar, Clinical Pharmacy,Gondar, Ethiopia; Jimma University, Health Services Planning and Management,Jimma, Ethiopia; Washington, School of Pharmacy, Seatle, USA; Jimma University,School of Pharmacy, Jimma, Ethiopia.

Eur J Hosp Pharm 2013;20(Suppl 1):A1–A238

Background Patient-centred clinical pharmacy practise has developed internationally to expand the role of a pharmacist well beyond the traditional roles of compounding, dispensing and supplying drugs, though it is poorly developed in Africa. Implementation of patient-centred practise is an important goal for maximizing the utility of the profession. But, studies on the work done by pharmacists in inpatient wards in resource-constrained settings are scarce.

Purpose To assess ward-based clinical pharmacy services in an internal medicine ward of Jimma University Specialist Hospital.

Materials and Methods The study was carried out on the internal medicine ward from March to April, 2011 at Jimma University Specialist Hospital. It was a prospective observational study. Clinical pharmacy interns providing pharmaceutical care to inpatients twice per week over a 2-month period were documented. Interventions optimising rational drug use and their acceptance were recorded. The clinical signifi cance of interventions was evaluated by an independent team (1 internist, 1 pharmacologist). Results of the study were reported in the form of fi ndings and percentages.

Results A total of 149 drug-related interventions for 48 patients was documented. Of these, 133 (89.3%) were clinical pharmacy intern-initiated interventions and 16 (10.7%) were interventions initiated by another health care professional. The most frequent drug-related problems (DRPs) underlying interventions were unnecessary drug treatment 36 (24.2%), additional drug treatment needed 34 (22.8%) and noncompliance 29 (19.5%). The most frequent type of intervention was change of dose/instruction for use, 23 (15.4%). 68.4% of interventions were fully accepted and 29.3% were partially accepted. Interventions with major and moderate clinical significance numbered 46 (49.5%) and 25 (26.9%) respectively.

Conclusions A clinical pharmacist contributes to improved inpatient treatment, even with a modest contribution such as participation in the pre-round meeting and the ward round twice per week.

Category of drug-related problem* Interventions, n (% of total)

Unnecessary drug treatment 36 (24.2%)
Additional drug treatment 34 (22.8%)
Ineffective drug 4 (2.7%)
Dose too low 18 (12.1%)
Adverse drug reaction 16 (10.7%)
Dose too high 12 (8%)
Noncompliance 29 (19.5%)
Total 149 (100%)

15 janeiro, 2014

GLUCONATO DE CÁLCIO: EXTRAVASAMENTO



Descrição: solução injetável; ampola plástica de 10 mL de gluconato de cálcio 10%. Excipientes: água para injeção. A ampola de 10 mL contém 98 mg/mL de gliconato de cálcio monoidratado e 4,6 mg de sacarato de cálcio tetraidratado; pH 6,8-8,2. Estocar na temperatura ambiente, não congelar, proteger da luz.(1,3) 

Categoria: eletrólito; droga vesicante; indicado no tratamento da hipocalcemia aguda (tetania hipocalcêmica neonatal, tetania por deficiência paratireóidea); tratamento da depleção de eletrólitos; coadjuvante no tratamento da reativação cardíaca; tratamento da hiperpotassemia e hipermagnesemia.(1,3) 

Protocolo de extravasamento: interromper imediatamente a infusão do medicamento instalado, quando observar sinais e sintomas de extravasamento. Não retirar a agulha. Aspirar, pela agulha, a medicação extravasada residual o quanto puder. Retirar a agulha. Compressa quente por 20 minutos a cada 6 horas nas primeiras 24 horas. Aplicar hidrocortisona 1% creme a cada 6 horas durante 7 dias. Extravasamento confirmado de volume >5 mL: preparar 1.500 unidades de hialuronidase em 2 mL de água para injeção ou soro fisiológico. Aplicar injeções SC de 0,2 mL ao redor da área e massagear para dispersão. Compressa por 20 minutos. Repetir a compressa a cada 1 hora nas primeiras 4 horas, depois repetir a cada 6 horas durante 2 dias.(2) 

Protocolo de extravasamento: interromper imediatamente a infusão do medicamento instalado, quando observar sinais e sintomas de extravasamento. Não retirar a agulha. Aspirar, pela agulha, a medicação extravasada residual o quanto puder. Retirar a agulha. Compressa quente por 20 minutos cada 6 horas nas primeiras 24 horas, depois repetir a compressa a cada 6 horas durante 2 dias. Aplicar hidrocortisona creme 1% a cada 6 horas durante 7 dias.(4) 

Protocolo de extravasamento: interromper imediatamente a infusão do medicamento instalado,quando observar sinais e sintomas de extravasamento. Não retirar a agulha. Aspirar, pela agulha, a medicação extravasada residual o quanto puder. Retirar a agulha. Compressa quente na área afetada durante 20 a 30 minutos. Repetir a compressa, diariamente, a cada 6 horas durante 2 dias. Aplicar 100 mg de hidrocortisona IV + 4 mg de clorfeniramina VO. Aplicar hidrocortisona creme 1% a cada 6 horas durante 7 dias.(5) 

Monitorização do paciente: orientar o paciente a manter o membro elevado. Observar regularmente a presença de dor, eritema, enduração ou necrose. Documentar o tratamento: data, hora, local edispositivo inserido, seqüência de medicamentos, notificação do médico e tratamento de enfermagem. 

Contaminação acidental: as áreas afetadas do corpo devem ser lavadas imediatamente com bastante água durante 20 a 30 minutos. Se derramar na bancada de trabalho: lavar as áreas contaminadas com detergente e água para injeção. Limpar o interior e a superfície do trabalho com álcool a 70%. Deixar secar na ventilação. Terminada a descontaminação colocar todos os materiais e esponjas num saco plástico, selar e rotular como "RESÍDUOS DE MEDICAMENTOS" e incinerar. 

Conduta na superdose: anorexia, náusea, vómitos, obstipação, dor abdominal, poliúria, polidipsia, desidratação, fraqueza muscular, dor óssea, calcificação renal, entorpecimento, sonolência, confusão, hipertensão, arritmia cardíaca, parada cardíaca e coma. Infusão rápida pode causar sintomas de hipercalcemia, sensação de gosto calcário, afrontamentos e hipotensão. Tratamento: reduzir as concentrações séricas de cálcio, rehidratação e, na hipercalcemia grave: soro fisiológico para expandir o fluido extracelular; administrar calcitonina para diminuir as concentrações séricas elevadas de cálcio. Para aumentar a excreção de cálcio, pode administrar-se furosemida, mas os diuréticos tiazídicos devem ser evitados uma vez que podem aumentar a absorção renal de cálcio. Hemodiálise ou diálise peritoneal poderão ser utilizadas. Monitorização dos eletrólitos séricos.(1,3) 

Referências:
1.Gluconato de cálcio. Disponível em: http://www.diagnosia.com. Acesso em 04 de outubro de 2012.
2.Greater Manchester & Cheshire Cancer Network. NHS Management of extravasation policy. Disponível em: http://www.gmccn.nhs.uk. Acesso em 15 de janeiro de 2012.
3.Micromedex®. Disponível em: http://www.periodicos.capes.gov.br. Acesso em 20 de janeiro de 2013.
4.The Children’s Hospital at Westmead. Practice guideline: IV extravasation management – CHW. Disponível em: http://www.chw.edu.au. Acesso em 12 de fevereiro de 2013. 
5.Extravasation policy for all drugs, chemotherapy & non-chemotherapy. NHS Tayside. Disponível em: http://www.nhstayside.scot.nhs.uk/. Acesso em: 19 de fevereiro de 2013.

14 dezembro, 2013

Epinefrina: estabilidade em seringa.



Sinonímia (s):  epinefrina, cloridrato de epinefrina, cloridrato de adrenalina

Forma Preparada:  solução injetável

A Partir de:  solução injetável

Nome Comercial:  Epinefrina® (Cristália)

Concentração:  7 mg/mL

Estabilidade: 56 dias em seringa plástica descartável estéril de polipropileno

Modo de Preparo: Calcular a quantidade requerida de cada componente da formulação para o total de material a ser preparado. Este produto deve ser preparado em sala limpa, por um profissional qualificado em manipulação asséptica. Sala limpa: área com controle ambiental definido em termos de contaminação por partículas e microbiana, projetada e utilizada de forma a reduzir a introdução, a geração e a retenção de contaminantes em seu interior. Trabalhar em capela de fluxo laminar utilizando técnicas assépticas. Utilizar seringas e agulhas diferentes para cada componente. Na capela de fluxo laminar, preparar assepticamente os componentes da manipulação. Diluída em água destilada para injetáveis.

Estocagem:  TEMPERATURA AMBIENTE

Etiqueta:  Para Uso Injetável e Proteger da Luz

Referência da Estabilidade:

1. Trissel LA. Trissel’s Stability of Compounded Formulations, 2nd ed. Washington, DC: American Pharmaceutical Association; 2000

18 novembro, 2013

Manual de Drogas Injetáveis, 3ª edição


02 novembro, 2013

Mesalazina = mesalamina = ácido 5-aminossalicílico (5-ASA)

***
Mesalazina, também conhecido como mesalamina (USAN) ou o ácido 5-aminossalicílico (5-ASA) é um antinflamatório  usadas para tratar as doenças inflamatória do intestino, tais como  colite ulcerativa e a doença de Crohn. Mesalazina é a fração ativa da SULFASSALAZINA, que é metabolizada a sulfapiridina e MESALAZINA.


28 outubro, 2013

Amiodarona: infusão contínua Infusão IV. Diluição: 1 mL (=50 mg/mL) + 49 mL de soro glicosado 5% (=1 mg/mL).

Peso paciente
19-23 kg
24-29 kg
30-36 kg
37-43 kg
44-50 kg
51-60 kg
61-74 kg
Dose mcg/kg/min
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
5
6,3
8
9,9
12
14,1
16,6
20,3
6
7,6
9,5
11,9
14,4
16,9
20
24,3
7
8,8
11,1
13,9
16,8
19,7
23,3
28
8
10,1
12,7
15,8
19,2
22,6
27
32
9
11,3
14,3
17,8
21,6
25
30
36
10
12,6
15,9
19,8
24
28
33
41
11
13,9
17,5
21,8
26
31
37
45
12
15,1
19,1
23,8
29
34
40
49
13
16,4
20,7
26
31
37
43
53
14
17,6
22,3
28
34
39
47
57
15
18,9
23,9
30
36
42
50
61



 
 
   Referência:
 Souza GB. Manual de Drogas Injetáveis, 3ª edição. Editora Medfarma. São Paulo. 2013