Gilberto Barcelos Souza. Farmacêutico. Trabalhou durante 40 anos no Serviço de Farmácia do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) ● Universidade Federal Fluminense (UFF) ● 30 Livros publicados ● Extravasamento ● Oncológicos Injetáveis ● Oncológicos Orais ● Imunoterápicos ● Protocolos Quimioterapia ● Interações em Oncologia ● Manipulação Magistral ● Guia Medicamentos Injetáveis ● Oncologia Pediátrica ● Editor do www.meuslivrosdefarmacia.com.br. Editor do www.meuslivrosdeoncologia.com.br
13 outubro, 2012
25 setembro, 2012
Manual de Drogas Citostáticas: Guia para Diluição, Doses, Estabilidade, Infusão e Reconstituição
O livro
MANUAL DE DROGAS CITOSTÁTICAS: Guia para Diluição, Doses, Estabilidade,
Infusão e Reconstituição é um livro que desejamos que funcione como um
livro prático, de leitura fácil, simples e que seja objetivo para
acompanhar a equipe multiprofissional dos serviços de terapia
antineoplásica.
As monografias estão dispostas em ordem alfabética, na qual ele é apresentado em um
formato padrão, sequencial e informativo para todos os medicamentos:
denominação do fármaco, pH, siglas usuais, nomes comerciais, sinonímia e outras denominações,
forma farmacêutica, categoria terapêutica, posologia, regimes especiais de
posologia, alertas de administração, precauções, protocolo para extravasamento,
contaminação acidental, estabilidades da solução reconstituída no frasco de
vidro, concentração após reconstituição no frasco de vidro, vias e formas de
administração, diluente, volume final e tempo de infusão, compatibilidade na administração em Y,
incompatibilidade na administração em Y, estabilidade em seringa, estabilidade em bolsa de PVC,
estabilidade em bolsa de poliolefina.O perfil de cada medicamento segue um esquema
consistente e lógico, onde informamos a referência bibliográfica
específica do estudo, incluindo informações sobre alguns parâmetros de
estabilidade, como pH, critérios de armazenamento e
estocagem de cada preparação realizada, temperatura de armazenagem,
sinonímias do fármaco, referências bibliográficas por
medicamento.
Este livro apresenta 259 páginas, com 101 monografias de medicamentos citostáticos injetáveis de uso em oncologia, cuidados paliativos e em hematologia, com a respectiva estabilidade do produto reconstituído, assim como o preparo, compatibilidade, reconstituição e estabilidade dos medicamentos injetáveis:
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO - ACLARRUBICINA - ACTINOMICINA D - ALEMTUZUMABE - ALFAINTERFERONA 2A - ALFAINTERFERONA 2B - AMIFOSTINA - AMSACRINA - ASPARAGINASE - AZACITIDINA - BCG - BENDAMUSTINA - BEVACIZUMABE - BLEOMICINA - BORTEZOMIBE - BRENTUXIMABE VEDOTIN - BUSSULFANO - CABAZITAXEL - CARBOPLATINO - CARMUSTINA - CETUXIMABE - CICLOFOSFAMIDA - CISPLATINO - CITARABINA - CITARABINA LIPOSSOMAL - CLADRIBINA - CLODRONATO - CLOFARABINA - DACARBAZINA - DAUNORRUBICINA - DAUNORRUBICINA LIPOSSOMAL - DECITABINA - DEXRAZOXANO - DOCETAXEL - DOXORRUBICINA - DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL - DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO - EDRECOLOMABE - EPIRRUBICINA - ESTRAMUSTINA - ESTREPTOZOCINA - ETOPOSIDO - FILGRASTIMA - FLOXURIDINA - FLUDARABINA - FLUORURACILA - FOLINATO DE CÁLCIO - FOLINATO DISSÓDICO - FOTEMUSTINA - GEMCITABINA - IDARRUBICINA - IFOSFAMIDA - IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO - INTERLEUCINA - IPILIMUMABE - IRINOTECANO - IXABEPILONA - LENOGRASTIMA - MECLORETAMINA - MELFALANO - MESNA - METOTREXATO - MITOMICINA - MITOXANTRONA - MITRAMICINA - MOLGRASTIMA - NELARABINA - NIMUSTINA - OCTREOTIDA - OFATUMUMABE - OXALIPLATINO - PACLITAXEL - PAMIDRONATO - PANITUMUMABE - PEGASPARGASE - PEGFILGRASTIMA - PEMETREXEDE - PENTOSTATINA - PIRARRUBICINA - PRALATREXATO - RALTITREXEDE - RASBURICASA - RITUXIMABE - ROMIDEPSINA - SARGRAMOSTIMA - TEMOZOLOMIDA - TEMSIROLIMO - TENIPOSIDO - TIOTEPA - TOPOTECANO - TOSITUMOMABE - TRABECTEDINA - TRASTUZUMABE - TREOSSULFANO - TRIÓXIDO DE ARSÊNICO - VALRRUBICINA - VIMBLASTINA - VINCRISTINA - VINDESINA - VINFLUNINA - VINORELBINA.
Protocolo para extravasamento: como realizar o tratamento após o extravasamento. Contaminação acidental: como realizar a limpeza da área de trabalho após a contaminação acidental na enfermaria ou na bancada. Compatibilidade na administração em Y: existindo este tipo de interação descrita na literatura médica, os medicamentos foram incluídos. Os que não foram incluídos, necessariamente não devem ser considerados como incompatíveis. Compatibilidade em seringa: existindo este tipo de interação descrita na literatura científica, os medicamentos foram incluídos. Os que não foram incluídos, necessariamente não devem ser considerados como incompatíveis. Incompatibilidade na administração em Y: existindo este tipo de interação encontrada na literatura internacional, os medicamentos foram incluídos. Os que não foram incluídos, necessariamente não devem ser considerados como incompatíveis. Incompatibilidade em seringa: existindo este tipo de interação encontrada na literatura científica, os medicamentos foram incluídos. Os que não foram incluídos, necessariamente não devem ser considerados como incompatíveis. Estabilidade das soluções diluídas: as pesquisadas com estabilidade comprovada em seringas, bolsas de PVC, bolsas de EVA, bolsas de poliolefina, etc. na temperatura ambiente ou sob refrigeração em bolsa plástica de PVC para infusão via endovenosa.
05 setembro, 2012
Vias e formas de administração da injeção IV de sacarato de hidróxido férrico
Nomes: Noripurum®,
Sucrofer®; complexo de sacarato de hidróxido férrico.
Forma farmacêutica: solução injetável. Cada ampola de 5 mL para uso endovenoso contém 100
mg de ferro III na forma de complexo de sacarato de hidróxido férrico.
Excipiente: hidróxido de sódio e água para injeção. O produto endovenoso nunca
deverá ser aplicado no músculo. Pode ocorrer hipotensão se a injeção for
administrada rapidamente. Deve-se evitar o extravasamento paravenoso, que pode
causar dor, inflamação, necrose do tecido, abscesso estéril e manchas na pele.
Estocar na temperatura ambiente, não congelar e proteger da luz.
Vias e formas de administração: IM; IV: injeção IV direta; infusão IV intermitente.
Diluente, volume final e tempo de infusão: soro fisiológico 0,9%. Infusão IV intermitente: dose de 20 mg de ferro: diluir em 20 mL de
solução compatível para infusão. Dose de 100 mg de ferro diluída em 100 mL de
solução compatível para infusão e correr em 15 min. Dose de 200 mg correr em 30
min. Dose de 500 mg de ferro: diluir em 500 mL de solução compatível para
infusão e correr em 3,5 h. Injeção IV
direta: pode ser administrado não diluído, por injeção endovenosa lenta a
uma velocidade máxima de 1 mL por minuto (uma ampola de 5 mL em 5 min), não
excedendo a dose de 10 mL (200 mg de ferro) por injeção.
Referência: Souza GB. Manual de Drogas Injetáveis, 2ª edição. Editora Medfarma. São Paulo: 2012
31 julho, 2012
Insulina regular: protocolo para diluição e administração
***
Posologia: esquema
de reposição de insulina: medir glicemia capilar às 7, 12, 18 e 22 h. Iniciar
esquema após dois controles de glicemia (capilar ou laboratorial) maiores que
180 mg/dL em 12 h ou um controle de glicemia maior ou igual a 250 mg/dL. Neonatos: dose de 0,01 a 0,1
unidade/kg/h, IV, infusão contínua. Para saturar os locais de ligação no
frasco, encher com a solução de insulina e
esperar pelo menos 20 min antes de iniciar a infusão. Dose: 0,1 a 0,2
unidades/kg, a cada 6 a 12 h, SC, dose intermitente. Indicações e uso:
hiperglicemia, hipercalemia e aumento do
fornecimento calórico em
recém-nascidos com intolerância a glicose na nutrição parenteral. Diluir com
água estéril ou solução salina na concentração de 1U/mL. Glicemia (mg/dL) 140 - 180: adulto (12 a 75 anos e/ou > 40 kg),
4 U; Glicemia (mg/dL) 181 - 250: adulto
(12 a 75 anos e/ou > 40 kg), 6 U, idoso (acima de 75 anos), 4 U; Glicemia (mg/dL) 251 - 300: adulto (12
a 75 anos e/ou > 40 kg), 8 U, idoso (acima de 75 anos), 6 U; Glicemia (mg/dL) > 300: adulto (12 a
75 anos e/ou > 40 kg), 10 U, idoso (acima de 75 anos), 10 U; Glicemia (mg/dL) 22h, se > ou = 250: adulto
(12 a 75 anos e/ou > 40 kg), 5 U, idoso (acima de 75 anos), 5 U. Atenção:
acima de 250 mg/dl, reavaliar após 2 h. Se glicemia maior que 250 mg/dL, administrar
5 U. Glicemia acima de 395 mg/dL:
prescrição de insulina IV injeção direta. Avaliar a glicemia capilar a cada 2
h.
Atenção: aplicação
via IV ou IM, pode causar hipoglicemia severa rapidamente. Hipoglicemia
dependente da dose. Reações de hipersensibilidade no local de aplicação.
Urticária. PRECAUÇÕES: não diluir, não misturar com outros produtos ou soluções.
REAÇÕES ADVERSAS: cetoacidose diabética, hipoglicemia (graves). MONITORIZAÇÃO:
creatinina sérica, painel lipídico, pressão arterial. SUPERDOSAGEM: a
administração excessiva de insulina provoca hipoglicemia. A conduta na
superdosagem deverá ser seguida de acordo com o estado do paciente: se estiver
consciente: administrar açúcar ou qualquer alimento rico em carboidratos, imediatamente.
Inconsciente: administrar injeção de glucagon por via IM ou SC. Se não houver
resposta ao glucagon num prazo de 10 a 15 min, poderá ser administrado soro
glicosado 5% por via EV.
Diluente, volume
final e tempo de infusão: soro fisiológico 0,9%, soro glicosado 5%, ringer
lactato. Infusão IV contínua:
insulina regular 50 unidades diluída em 100 mL de soro fisiológico 0,9% em
bomba de infusão, acesso periférico ou central. Diluição (1): 100 unidades (1 mL) + 249 mL SG 5% ou SF 0,9% ou SF
0,45% (0,4 unidades/mL). Diluição (2):
100 unidades (1 mL) + 99 mL de glicose 50% (1 unidade/mL) e infundir em 40 min.
Concentração padrão: 1 unidade de
insulina em cada 2 mL da solução.
Referência: Souza GB. Manual de Drogas Injetáveis, 2ª ed. Medfarma. São Paulo:SP. 2012

10 junho, 2012
Anfotericina B complexo lipídico: vias e formas de administração e diluente, volume final e tempo de infusão
***
Vias e formas de administração: IV: infusão IV intermitente.
Diluente, volume final e tempo de infusão: infusão
IV intermitente: concentração de 1 a 2 mg/mL. Dose teste de 1 mg deve ser
administrada em 15 min. Doses de 10 a 35 mg: diluir em 50 mL de soro glicosado
5%. Doses de 35 a 70 mg: diluir em 100 mL de soro glicosado 5% e infundir em 2
h. Doses de 70 a 175 mg: diluir em 250 mL de soro glicosado 5% e infundir em 2
h. Doses de 175 a 350 mg: diluir em 500 mL de soro glicosado 5% e infundir em 2
h. Doses de 350 a 1.000 mg: diluir em 1.000 mL de soro glicosado 5% e infundir
em 2 h.
Referência: Souza GB. Manual de Drogas Injetáveis, 2ª ed. Medfarma Editora. São Paulo:SP. 2012
19 maio, 2012
Livro de Fórmulas Farmacêuticas Extemporâneas
Todas as informações sobre a estabilidade das fórmulas do livro Fórmulas Farmacêuticas Extemporâneas foram compiladas e harmonizadas através de consultas e pesquisas em mais de 300 referências bibliográficas e seus respectivos artigos científicos publicados na literatura farmacêutica mundial.
Monografia dos seguintes medicamentos: acebutolol, acetato de alumínio, acetato de cálcio, acetato de zinco, acetazolamida, acetilcisteína, aciclovir, ácido acético, ácido ascórbico, ácido bórico, ácido cítrico, ácido clorídrico, ácido dimercaptosuccinico, ácido etacrínico, ácido fólico, ácido folínico, ácido lático, ácido tranexâmico, ácido tricloroacético, ácido ursodesoxicólico, ácido valpróico, água bicarbonatada, água purificada com conservantes, alantoína, álcool etílico, alendronato, alfa-amilase, alimemazina, almitrina + raubasina, alopurinol, alprazolam, ambroxol, amicacina, amilorida, amilorida + hidroclorotiazida, aminofilina, amiodarona, amitriptilina, amoxicilina, amoxicilina + clavulanato de potássio, ampicilina, anfotericina B, anlodipino, aprepitant, atenolol, atorvastatina, atropina, azatioprina, azitromicina, azul de metileno, azul de toluidina, baclofeno, balsamo de Peru, bambuterol, base de Beeler, base de creme emoliente lavável, base de creme emoliente O/A, base de creme evanescente, base de creme Lanette, base de creme para couro cabeludo, base de pomada cetílica, base de pomada simples BP, base de pomada emulsificante O/A, base de pomada hidrofílica, base de pomada oclusiva lavável, base de pomada oftálmica, base de pomada PEG, base de unguento hidrofílico, base de xampu anfótero, base de xampu aniônico anfótero, base emulsificante aquosa, base tópica oleosa e alcoólica, beclometasona, benazepril, bendrofluazida, benzidamina, betametasona, betanecol, bevacizumabe, bosentan, brometo de ipratrópio, bromfeniramina, budenosida, bupivacaína, bupropiona, bussulfano, cafeína, calcitriol, candesartana, capsaicina,captopril, carbamazepina, carbidopa + levodopa, carbomelose, carbonato de cálcio, carisoprodol, carnitina, carvão ativado, carvedilol, cefaclor, cefadroxila, cefalexina, cefatrizina, cefpodoxima, cefuroxima, celecoxibe, cetamina, cetoconazol, cetoprofeno, ciamemazina, cianocobalamina, ciclofosfamida, ciclosporina, cidofovir, cimetidina, ciproeptadina, ciprofloxacino, ciproterona, cisaprida, citalopram, citrato de lítio, citrato de sódio, claritromicina, clindamicina, clobazam, clobetasol, clobetasona, clobutinol, clonazepam, clonidina, clopidogrel, clorambucila, cloreto de potássio, cloreto de sódio, cloreto férrico, clorexidina, clorexidina + mupirocina, clorfeniramina, clormeprazina, cloroquina, clorotiazida, clorpromazina, clotrimazol, clozapina, codeína, codergocrina, coenzima Q10, colchicina, colecalciferol, colesterol, colestiramina, colistina, creme analgésico, creme base aniônico, creme base de cerato simples, creme base de cold cream, creme base de trietanolamina, creme base não-iônico, creme de cetomacrogol, creme de EDTA, cromoglicato de sódio, dantroleno, dapsona, desmopressina, desonida, dexametasona, dexclorfeniramina, diatrizoato de meglumina, diazepam, diazóxido, diclofenaco de sódio, diclofenaco dietilamônio, didanosina, difenidramina, digoxina, diltiazem, dimenidrinato, dimeticona, dinoprostona,dipiridamol, dipirona, dipirona + escopolamina, disopiramida, dissulfiram, dolasetrona, domperidona, donezepil, doxazosina, doxepina, doxiciclina, efavirenz, emulgel com HPMC, emulsão O/A, emulsão O/A de cetomacrogol, enalapril, eosina, epinefrina, ergocalciferol, escitalopram, escopolamina + dipirona, espiramicina, espironolactona, espironolactona + hidroclorotiazida, estavudina, estradiol, etambutol, etinilestradiol, etionamida, etoposido, etosuximida, famotidina, fenazopiridina, fenilbutirato, fenilefrina, fenilpropanolamina, feniramina, fenitoína, fenobarbital, fenofibrato, fenoterol, fenoxibenzamina, fentanila, fexofenadina, fitomenadiona, flecainida, flucitosina, fluconazol, fludrocortisona, flufenazina, flunisolida, fluoresceína, fluoxetina, fosfato de sódio, furosemida, gabapentina, galantamina, gel de carbopol, gel de carbopol hidroalcoólico, gel de carboximetilcelulose, gel de metilcelulose, gel hidroalcoólico, gel para ultrassonografia, gentamicina, glibenclamida, gliburida, glicerol, glicina, glicopirrolato, glucobionato de cálcio, gluconato de cálcio, gluconato de magnésio, glutamina, granisterona, griseofulvina, guaifenesina, haloperidol, hidralazina,hidrato de cloral, hidroclorotiazida, hidroclorotiazida + amilorida, hidroclorotiazida + espironolactona, hidrocortisona, hidroxicarbamida, hidroxicloroquina, hidróxido de alumínio, hidróxido de magnésio, hidróxido de sódio, hidroxizina, hipoclorito de sódio, hipromelose, ibuprofeno, imiquimode, indinavir, indometacina, iodeto de potássio, iodofórmio, isoniazida, isotretinoína, isradipino, itraconazol, ivermectina, labetalol, lactobionato de cálcio, lactulona, lamivudina, lamotrigina, lansoprazol, levamisol, levetiracetam, levodopa + carbidopa, levofloxacino, levomepromazina, levotiroxina, lidocaína, lindano, lisina, lisinopril, loção anestésica, loção de base Lanette, loção de calamina, loção de trietanolamina, loção emoliente, loção repelente de insetos, loperamida, lopinavir + ritonavir, lorazepam, losartana, lovastatina, lugol forte, lugol fraco, mandelato de metenamina, melatonina, meloxicam, memantina, menadiona, mercaptopurina, mesna, metadona, metformina, metildopa, metilergometrina, metilfenidato, metilose, metilparabeno, metimazol, metoclopramida, metolazona, metoprolol, metronidazol, mexiletina, mianserina, miconazol, midazolam, minociclina, minoxidil, misoprostol, mofetila, morfina, moxifloxacino, mupirocina + clorexidina, nadolol, naltrexona, naratriptano, neomicina, nevirapina, niaprazina, nifedipino, nimodipino, nistatina, nitrazepam, nitrofurantoína, nitroglicerina, nizatidina,norfloxacino, nortriptilina, olanzapina, oleosorbato 80, olmesartana, omeprazol, ondansetrona, orfenadrina, oseltamivir, oxandrolona, oxibutinina, oxicodona, oxitetraciclina, pantoprazol, papaína, paracetamol, pasta de açúcar, pasta d'água, pasta de Alibour, pasta de dióxido de titânio, pasta de Lassar, pasta de Unna, penicilamina, pentoxifilina, perclorato de potássio, pergolida, periciazina, permanganato de potássio, permetrina, peróxido de uréia, pilocarpina, pimozida, pipamperona, pipotiazina, pirazinamida, piridostigmina, piridoxina, pirilamina, pirimetamina, piroxicam, podofilina, poliestirenossulfonatode sódio, polividona-iodo, pomada de vaselina, pomada emulsificante de cetomacrogol, pravastatina, prednisolona, prednisona, primaquina, procarbazina, proclorperazina, prolina, prometazina, propafenona, propilenoglicol, propilparabeno, propiltiouracila, propranolol, quinapril,quinidina, quinina, rabnitidina, retinol, ribavirina, riboflavina, rifabutina, rifampicina, rifaximina, risperidona, ritonavir, ritonavir + lopinavir, rivastigmina, rufinamida, salbutamol, saliva artificial, saliva artificial com lidocaína, saquinavir, selegilina, sertralina, sevelamer, sildenafil, sirolimo, solução de Carnoy, solução de fosfato, solução de Golitely, solução de Joulie, solução de parabenos, solução de Shohl, solução de Shohl modificada, solução hidroalcoólica, solução sedativa oral, sorbitol, sotalol, sucralfato, sulfadiazina, sulfametoxazol + trimetoprima, sulfassalazina, sulfato de magnésio, sulfato de neomicina, sulfato de zinco, sulfato ferroso, sulpirida, sumatriptano, sunitinibe, tacrolimo, talidomida, tartarato de ergotamina, temozolomida, tenofovir, tenoxicam, teofilina, terbinafina, terbutalina, tetracaína, tetraciclina, tiabendazol, tiagabina, tiamina, timolol, tinidazol, tintura de ópio, tioguanina, tioproperazina, tioridazina, tiossulfato de sódio, tiotixeno, tocoferol, topiramato, tramadol, tramadol + paracetamol, trazodona, triancinolona, trifluoperazina, trifluopromazina, trimebutina, trimetazidina, trimetoprima, trimipramina, uréia, valaciclovir, valganciclovir, valproato de sódio, valsartana, vancomicina, varfarina, vaselina colesterinada, vaselina hidrofílica, vaselina mentolada, vaselina salicilada, vaselina + hidróxido de alumínio, veículo suspensor oral, veículo suspensor oral para drogas amargas, venlafaxina, verapamil, xarope de acácia, xarope de ácido cítrico, xarope de citrato de potássio, xarope de citrao de sódio, xarope de ipeca, zidovudina, zipeprol, ziprasidona, zonisamida, zuclopentixol.
26 abril, 2012
Pomadas Oftálmicas
As pomadas têm ação mais duradoura que os
colírios. Sua remoção se dá em uma taxa de 0,5% por minuto, o que leva à
remoção completa em aproximadamente 3 horas e 30 minutos e lhes confere a
vantagem de uma administração menos freqüente que os colírios.
Apesar disso, as pomadas não conseguem
proporcionar uma concentração de princípios ativos nos tecidos tão alta como as
obtidas por instilações freqüentes dos colírios (a cada 30 minutos ou a cada
hora), quando se necessita de uma terapia intensiva como nas endoftalmites e
úlceras corneanas infecciosas.
Pode ocorrer também com as pomadas a formação
de uma barreira mecânica que impede a penetração de outro produto, na forma de
colírio. Nesse caso, os pacientes deverão ser orientados para instilar o
colírio 5 minutos antes da aplicação da pomada oftálmica.
As pomadas oftálmicas usualmente contêm
lanolina anidra em base de óleo mineral ou petrolato. A lanolina é usada nas
pomadas para facilitar a dispersão dos componentes hidrossolúveis. Entretanto,
é considerada um agente potencialmente sensibilizante, podendo causar reações
alérgicas locais.
Pós devem estar reduzidos a sua forma impalpável
por trituração em gral. Não
usar solventes voláteis quando levigar pós, pois o solvente poderá evaporar e
carregar cristais do fármaco com ele. Quando misturar as fases aquosa e oleosa
para uma emulsão líquida, aquecer a fase aquosa alguns graus acima da fase
oleosa antes da mistura, é muito útil. A fase aquosa tende a esfriar mais
rapidamente que a fase oleosa.
Quando preparar bases para pomadas, aquecer os
componentes com ponto de fusão mais alto primeiramente, seguido da adição dos
componentes com menor ponto de fusão, em ordem, até que todos tenham sido
adicionados.
Para a manipulação de pequenas quantidades de
pomadas de consistência macia, a trituração em uma placa de vidro ou granito
com uma espátula de metal flexível ou de plástico é o método mais prático e
adequado para a mistura e incorporação de líquidos ou sólidos.
Espátulas de inox são adequadas para a manipulação
da maioria das substâncias, entretanto não devem ser utilizadas para o preparo
de pomadas com mercúrio, ácido tânico, ácido salicílico, iodo.
Antes da incorporação na pomada, pós insolúveis precisam estar finamente divididos e levigados com a própria base fundida ou um líquido levigante, conforme a descrição do processo de incorporação de ativos abaixo. Este procedimento evita a arenosidade na pomada, decorrente da má dispersão dos ingredientes sólidos. Pomadas arenosas são uma abominação para a farmácia e podem irritar a pele. O farmacêutico não deve nunca dispensar uma pomada que não esteja perfeitamente homogênea e com os ativos completamente dispersos.
Antes da incorporação na pomada, pós insolúveis precisam estar finamente divididos e levigados com a própria base fundida ou um líquido levigante, conforme a descrição do processo de incorporação de ativos abaixo. Este procedimento evita a arenosidade na pomada, decorrente da má dispersão dos ingredientes sólidos. Pomadas arenosas são uma abominação para a farmácia e podem irritar a pele. O farmacêutico não deve nunca dispensar uma pomada que não esteja perfeitamente homogênea e com os ativos completamente dispersos.
O aquecimento pode ser usado para amolecer pomadas
antes de serem acondicionadas em potes ou tubo, facilitando o trabalho. Deve
ser feito com cuidado para evitar a estratificação dos componentes. Quando
colocar pomadas liquefeitas em tubos ou potes, resfriar a pomada até poucos
graus acima do ponto de solidificação. Isso minimiza a formação de camadas de
pomadas no acondicionamento.
Referência: Souza GB. Formulação Magistral para Oftalmologia. Pharmabooks, São Paulo:SP 2007
Referência: Souza GB. Formulação Magistral para Oftalmologia. Pharmabooks, São Paulo:SP 2007
12 março, 2012
Bupivacaína pesada é a mesma coisa que hiperbárica?
***
Sim. A descrição correta seria: BUPIVACAÍNA PESADA que é utilizada para RAQUIANESTESIA HIPERBÁRICA. Bupivacaína de uso espinal pesada é hiperbárica e a sua distribuição inicial no espaço intratecal é afetada pela gravidade. Devido às pequenas doses, a distribuição intratecal resulta numa concentração relativamente baixa e a duração da anestesia tende a ser relativamente curta.
***
Bupivacaína pesada em ampola de 4 mL (0,5%) para raquianestesia hiperbárica. As soluções simples (sem glicose ou dextrose) produzem um nível de bloqueio menos previsível, mas de maior duração que as soluções hiperbáricas ou pesada. Uma vez que a bupivacaína espinal pesada contém glicose ou dextrose pode ocorrer caramelização durante a autoclavagem. Deve evitar-se a re-esterilização das ampolas.
Referência: Souza GB. Manual de Drogas Injetáveis, 2ª ed. Editora Medfarma. São Paulo:2012
Sim. A descrição correta seria: BUPIVACAÍNA PESADA que é utilizada para RAQUIANESTESIA HIPERBÁRICA. Bupivacaína de uso espinal pesada é hiperbárica e a sua distribuição inicial no espaço intratecal é afetada pela gravidade. Devido às pequenas doses, a distribuição intratecal resulta numa concentração relativamente baixa e a duração da anestesia tende a ser relativamente curta.
***
Bupivacaína pesada em ampola de 4 mL (0,5%) para raquianestesia hiperbárica. As soluções simples (sem glicose ou dextrose) produzem um nível de bloqueio menos previsível, mas de maior duração que as soluções hiperbáricas ou pesada. Uma vez que a bupivacaína espinal pesada contém glicose ou dextrose pode ocorrer caramelização durante a autoclavagem. Deve evitar-se a re-esterilização das ampolas.
Referência: Souza GB. Manual de Drogas Injetáveis, 2ª ed. Editora Medfarma. São Paulo:2012
20 fevereiro, 2012
Gel de metronidazol + lidocaína
***
Metronidazol....................................................1 g
Cloridrato de Lidocaína..................................2 g
Gel Neutro de Carbopol q.s.p.....................100 g
Em um gral, triturar o metronidazol e a lidocaína, adicionar um pouco de propile-noglicol para formar uma pasta. Incorporar pouco a pouco sobre o gral o gel de carbopol até a obtenção de um aspecto homogêneo. Em recipientes adequados, es-te produto deve ser armazenado em temperatura ambiente e protegido da luz. Uso tópico.
Referência: Clavijo MJL, Comes VB. Formulario Básico de Medicamentos Magistrales, 2ª Ed. España, 2007
Metronidazol....................................................1 g
Cloridrato de Lidocaína..................................2 g
Gel Neutro de Carbopol q.s.p.....................100 g
Em um gral, triturar o metronidazol e a lidocaína, adicionar um pouco de propile-noglicol para formar uma pasta. Incorporar pouco a pouco sobre o gral o gel de carbopol até a obtenção de um aspecto homogêneo. Em recipientes adequados, es-te produto deve ser armazenado em temperatura ambiente e protegido da luz. Uso tópico.
Referência: Clavijo MJL, Comes VB. Formulario Básico de Medicamentos Magistrales, 2ª Ed. España, 2007
16 janeiro, 2012
Neurotoxic effects induced by the topical administration of cycloplegics
***
Neurotoxic effects induced by the topical administration of cycloplegics in a pediatric patient
V. Saavedra, C. Folguera, A. Torralba
Universitary Hospital Puerta de Hierro, Pharmacy, Madrid, Spain
Background; Cycloplegic drugs are frequently used in ophthalmology examinations. Although they are administered topically, their absorption could produce neurotoxicity.
Purpose:To report the risk of neurotoxicity associated with cycloplegic eye drops.
Material and Methods: Review of the available literature about neurotoxicity and cycloplegic eye drops, and report of a case that happened in the Paediatric Department during the pharmacist training period.
Results: A 4-year-old girl was admitted to the Emergency Department presenting a confusional episode with incoherent speech, unresponsive bilateral mydriasis, agitation, unsteady gait, visual hallucinations, spatial disorientation and lack of recognition of her family. Her parents revealed that two hours before an ophthalmologist had administered to her one drop of tropicamide and one drop of cyclopentolate eye drops for a fundus examination. The patient was admitted and was kept under observation, considering that the half-life of these eye drops is around 6 h for tropicamide and 24 h for cyclopentolate. During the first 24 h the patient evolved favourably. No drugs were administered to resolve the clinical status. The neurotoxicity was resolved progressively although nonreactive bilateral mydriasis persisted 3 days after intoxication. This case was reported to Madrid’s Pharmacovigilance Centre, which replied that these side effects are described for these drugs: they are dose dependent, and if administration is not stopped there could be risk of coma with cardiovascular collapse, even death. A review carried out about the neurotoxic effect of these drugs reported 75 cases of neurotoxicity in patients exposed to cycloplegic drugs: 29 cases were due to cyclopentolate, 19 to atropine, 18 to homatropine, 7 to scopolamine and 2 to tropicamide. Many of the patients reported were children or elderly people.
Conclusion: Topical administration of drugs must not be underestimated. In our patient the neurotoxicity was resolved without sequelae but some cases of death have been reported. Moreover, neurotoxicity induced by cycloplegic drugs should be considered in order to make a differential diagnosis of acute confusional syndromes.
Reference: 16th Congress of EAHP. 30 March - 01 April 2011. Viena. Austria
Neurotoxic effects induced by the topical administration of cycloplegics in a pediatric patient
V. Saavedra, C. Folguera, A. Torralba
Universitary Hospital Puerta de Hierro, Pharmacy, Madrid, Spain
Background; Cycloplegic drugs are frequently used in ophthalmology examinations. Although they are administered topically, their absorption could produce neurotoxicity.
Purpose:To report the risk of neurotoxicity associated with cycloplegic eye drops.
Material and Methods: Review of the available literature about neurotoxicity and cycloplegic eye drops, and report of a case that happened in the Paediatric Department during the pharmacist training period.
Results: A 4-year-old girl was admitted to the Emergency Department presenting a confusional episode with incoherent speech, unresponsive bilateral mydriasis, agitation, unsteady gait, visual hallucinations, spatial disorientation and lack of recognition of her family. Her parents revealed that two hours before an ophthalmologist had administered to her one drop of tropicamide and one drop of cyclopentolate eye drops for a fundus examination. The patient was admitted and was kept under observation, considering that the half-life of these eye drops is around 6 h for tropicamide and 24 h for cyclopentolate. During the first 24 h the patient evolved favourably. No drugs were administered to resolve the clinical status. The neurotoxicity was resolved progressively although nonreactive bilateral mydriasis persisted 3 days after intoxication. This case was reported to Madrid’s Pharmacovigilance Centre, which replied that these side effects are described for these drugs: they are dose dependent, and if administration is not stopped there could be risk of coma with cardiovascular collapse, even death. A review carried out about the neurotoxic effect of these drugs reported 75 cases of neurotoxicity in patients exposed to cycloplegic drugs: 29 cases were due to cyclopentolate, 19 to atropine, 18 to homatropine, 7 to scopolamine and 2 to tropicamide. Many of the patients reported were children or elderly people.
Conclusion: Topical administration of drugs must not be underestimated. In our patient the neurotoxicity was resolved without sequelae but some cases of death have been reported. Moreover, neurotoxicity induced by cycloplegic drugs should be considered in order to make a differential diagnosis of acute confusional syndromes.
Reference: 16th Congress of EAHP. 30 March - 01 April 2011. Viena. Austria
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