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The FDA issued a Public Health Alert to notify prescribers and pharmacists about potential dosing errors with Tamiflu (oseltamivir) for Oral Suspension. U.S. healthcare providers usually write prescriptions for liquid medicines in milliliters (mL) or teaspoons, while Tamiflu is dosed in milligrams (mg). The dosing dispenser packaged with Tamiflu has markings only in 30, 45, and 60 mg. The Agency has received reports of errors where dosing instructions for the patient do not match the dosing dispenser. Healthcare providers should write doses in mg if the dosing dispenser with the drug is in mg. Pharmacists should ensure that the units of measure on the prescription instructions match the dosing device provided with the drug.
Fonte: http://www.fda.gov/Safety/MedWatch/SafetyInformation/SafetyAlertsforHumanMedicalProducts//ucm183714.htm
Gilberto Barcelos Souza. Farmacêutico. Trabalhou durante 40 anos no Serviço de Farmácia do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) ● Universidade Federal Fluminense (UFF) ● 30 Livros publicados ● Extravasamento ● Oncológicos Injetáveis ● Oncológicos Orais ● Imunoterápicos ● Protocolos Quimioterapia ● Interações em Oncologia ● Manipulação Magistral ● Guia Medicamentos Injetáveis ● Oncologia Pediátrica ● Editor do www.meuslivrosdefarmacia.com.br. Editor do www.meuslivrosdeoncologia.com.br
25 setembro, 2009
15 agosto, 2009
Bolsas de PVC e incompatibilidade de medicamentos injetáveis
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As bolsas de PVC são incompatíveis com diversos medicamentos: ACICLOVIR, AMIODARONA, ALDESLEUCINA, CARMUSTINA, CALCITRIOL, CEFOPERAZONA, CLORDIAZEPÓXIDO, CLORPROMAZINA, CICLOSPORINA, CLONAZEPAM, CIPROFLOXACINA, DIAZEPAM, DILTIAZEM, DOCETAXEL, ETOPOSIDO, FLUCONAZOL, INSULINA, HEPARINA, LORAZEPAM, METRONIDAZOL, MONONITRATO DE ISOSSORBIDA, NIMODIPINO, NITROGLICERINA, NITROPRUSSIATO DE SÓDIO, PACLITAXEL, PROPOFOL, SUFENTANILA, TACROLIMO, TENIPOSIDO, TIOPENTAL, UROQUINASE, VARFARINA.
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Referência: Trissel LA. Handbook on Injectable Drugs, 13th ed., Bethesda, MD: American Society of Health System Pharmacists; 2005
As bolsas de PVC são incompatíveis com diversos medicamentos: ACICLOVIR, AMIODARONA, ALDESLEUCINA, CARMUSTINA, CALCITRIOL, CEFOPERAZONA, CLORDIAZEPÓXIDO, CLORPROMAZINA, CICLOSPORINA, CLONAZEPAM, CIPROFLOXACINA, DIAZEPAM, DILTIAZEM, DOCETAXEL, ETOPOSIDO, FLUCONAZOL, INSULINA, HEPARINA, LORAZEPAM, METRONIDAZOL, MONONITRATO DE ISOSSORBIDA, NIMODIPINO, NITROGLICERINA, NITROPRUSSIATO DE SÓDIO, PACLITAXEL, PROPOFOL, SUFENTANILA, TACROLIMO, TENIPOSIDO, TIOPENTAL, UROQUINASE, VARFARINA.
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Referência: Trissel LA. Handbook on Injectable Drugs, 13th ed., Bethesda, MD: American Society of Health System Pharmacists; 2005
07 julho, 2009
Como converter miligramas em miliequivalentes?
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Como converter miligramas em miliequivalentes?
Divida os miligramas pelo peso atômico e multiplique pela valência.
Miligramas ÷ Peso atômico x Valência = Miliequivalentes.
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Cloro (Cl): peso atômico (35,4) e valência (1)
Potássio (K): peso atômico (39) e valência (1)
Sódio (Na): peso atômico (23) e valência (1)
Cálcio (Ca): peso atômico (40) e valência (2)
Magnésio (Mg): peso atômico (24,3) e valência (2)
Enxofre (S): peso atômico (3) e valência (2)
Sulfato (SO4): peso atômico (96) e valência (2)
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Bibliografia: Way III CWV. Tabelas em nutrição. In: Way III CWV, editor. Segredos em nutrição: respostas necessárias ao dia-a-dia: em rounds, na clínica, em exames orais e escritos. Porto Alegre: Artes Médicas Sul; 2000. p. 259-61.
Como converter miligramas em miliequivalentes?
Divida os miligramas pelo peso atômico e multiplique pela valência.
Miligramas ÷ Peso atômico x Valência = Miliequivalentes.
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Cloro (Cl): peso atômico (35,4) e valência (1)
Potássio (K): peso atômico (39) e valência (1)
Sódio (Na): peso atômico (23) e valência (1)
Cálcio (Ca): peso atômico (40) e valência (2)
Magnésio (Mg): peso atômico (24,3) e valência (2)
Enxofre (S): peso atômico (3) e valência (2)
Sulfato (SO4): peso atômico (96) e valência (2)
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Bibliografia: Way III CWV. Tabelas em nutrição. In: Way III CWV, editor. Segredos em nutrição: respostas necessárias ao dia-a-dia: em rounds, na clínica, em exames orais e escritos. Porto Alegre: Artes Médicas Sul; 2000. p. 259-61.
09 junho, 2009
Intoxicação digitálica
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O digital é uma das drogas mais freqüentemente prescritas na prática clínica. Por sua capacidade de aumentar a força de contração cardíaca, é usada no controle de taquicardias supraventriculares e no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva. A digoxina é a preparação de digital mais usada. Tem uma meia-vida de 24 a 48 horas (com uma média de 35 horas). Como a digoxina é eliminada principalmente por meio de excreção renal, os pacientes com função renal reduzida apresentam meia-vida sérica mais longa.
A digoxina deve ser avaliada até que o efeito terapêutico seja alcançado, no acompanhamento da estabilidade e no uso adequado da droga pelo paciente e ao primeiro sinal de aparecimento de efeito tóxico (como anorexia ou arritmia).
A dosagem em crianças é aproximadamente 50% maior do que a usada em adultos, quando calculada em miligramas por quilograma de peso corporal. Doses mais altas são necessárias por causa da maior relação de massa cardíaca com a massa corporal em crianças. Essas doses mais altas se refletem em concentrações séricas mais altas em crianças.
A intoxicação digitálica acontece com freqüência, já que o intervalo entre os níveis terapêuticos e tóxicos é muito pequeno. Os sintomas clínicos mais comuns de superdosagem são anorexia, náusea e vômitos, visão embaçada e desorientação. A manifestação miocárdica mais importante e comum da intoxicação digitálica é a arritmia cardíaca. Freqüentemente, o diagnóstico clínico de intoxicação digitálica torna-se difícil em pacientes com patologias cardíacas graves, pois a maioria das manifestações pode ser causada pela doença ou por drogas. Por isso, a dosagem de digoxina sérica é especialmente útil na interpretação de arritmias.
As maiores causas de intoxicação digitálica são a depleção de potássio e a diminuição da função renal com a idade. Alterações da função renal, hipercalcemia, alcalose, mixedema, hipomagnesemia, infarto do miocárdio recente, hipóxia e hipocalemia podem aumentar a sensibilidade aos efeitos tóxicos da digoxina. O uso de drogas como quinidina, verapamil, amiodarona, ciclosporina, espironolactona, entre outras, pode aumentar os níveis séricos por diminuição do clearance da digoxina.
Quando diante de níveis séricos abaixo do esperado, deve-se avaliar a presença de doença tireoidiana, má absorção, diminuição do fluxo sangüíneo intestinal por arteriosclerose mesentérica e uso de drogas como laxantes, antiácidos, fenitoína, neomicina e metoclopramida, que podem diminuir a absorção. Outro dado a ser avaliado é o nível de adesão do paciente ao tratamento, tanto na freqüência quanto nas doses prescritas.
O tempo de coleta da amostra é um fator importante na determinação dos níveis séricos da digoxina. Os níveis séricos se elevam nitidamente durante a primeira hora depois de uma dose oral. Isso é seguido por uma diminuição quando a digoxina é levada para o miocárdio e outros tecidos. Normalmente, para absorção e armazenamento, quando administrada por via oral, são necessárias de 4 a 6 horas, e, por via endovenosa, cerca de 30 minutos. Depois disso, os níveis de digoxina no soro tendem a se estabilizar, passando a diminuir muito lentamente durante as 24 a 48 horas seguintes.
Não é possível determinar com precisão os níveis de digoxina em pacientes em fase de troca de terapia de digitoxina para terapia com digoxina, visto que ambas as drogas podem estar presentes no soro. Os anticorpos antidigoxina usados na maioria dos testes comerciais para dosagem de digoxina apresentam reação cruzada significativa com digitoxina (2% a 6% de reação cruzada, com alguns casos que chegam a 40%) e outros digitálicos. O problema da reação cruzada é exacerbado pelo fato de que níveis terapêuticos de digitoxina são aproximadamente 10 vezes mais altos do que os da digoxina. O anticorpo antidigitoxina também apresenta reação cruzada com digoxina (2% a 4% de reação cruzada), mas, por causa dos níveis terapêuticos mais altos, a interferência da digoxina é menos importante na dosagem de digitoxina.
Obtém-se a maior precisão diagnóstica coletando a amostra de sangue em um momento padronizado durante a fase estável, quando os níveis de digoxina no soro refletem as concentrações cardíacas usuais. Normalmente, o equilíbrio é alcançado num prazo de cerca de 5 dias, e a coleta é realizada imediatamente antes da próxima dose, ou a qualquer momento, quando da suspeita de intoxicação.
O digital é uma das drogas mais freqüentemente prescritas na prática clínica. Por sua capacidade de aumentar a força de contração cardíaca, é usada no controle de taquicardias supraventriculares e no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva. A digoxina é a preparação de digital mais usada. Tem uma meia-vida de 24 a 48 horas (com uma média de 35 horas). Como a digoxina é eliminada principalmente por meio de excreção renal, os pacientes com função renal reduzida apresentam meia-vida sérica mais longa.
A digoxina deve ser avaliada até que o efeito terapêutico seja alcançado, no acompanhamento da estabilidade e no uso adequado da droga pelo paciente e ao primeiro sinal de aparecimento de efeito tóxico (como anorexia ou arritmia).
A dosagem em crianças é aproximadamente 50% maior do que a usada em adultos, quando calculada em miligramas por quilograma de peso corporal. Doses mais altas são necessárias por causa da maior relação de massa cardíaca com a massa corporal em crianças. Essas doses mais altas se refletem em concentrações séricas mais altas em crianças.
A intoxicação digitálica acontece com freqüência, já que o intervalo entre os níveis terapêuticos e tóxicos é muito pequeno. Os sintomas clínicos mais comuns de superdosagem são anorexia, náusea e vômitos, visão embaçada e desorientação. A manifestação miocárdica mais importante e comum da intoxicação digitálica é a arritmia cardíaca. Freqüentemente, o diagnóstico clínico de intoxicação digitálica torna-se difícil em pacientes com patologias cardíacas graves, pois a maioria das manifestações pode ser causada pela doença ou por drogas. Por isso, a dosagem de digoxina sérica é especialmente útil na interpretação de arritmias.
As maiores causas de intoxicação digitálica são a depleção de potássio e a diminuição da função renal com a idade. Alterações da função renal, hipercalcemia, alcalose, mixedema, hipomagnesemia, infarto do miocárdio recente, hipóxia e hipocalemia podem aumentar a sensibilidade aos efeitos tóxicos da digoxina. O uso de drogas como quinidina, verapamil, amiodarona, ciclosporina, espironolactona, entre outras, pode aumentar os níveis séricos por diminuição do clearance da digoxina.
Quando diante de níveis séricos abaixo do esperado, deve-se avaliar a presença de doença tireoidiana, má absorção, diminuição do fluxo sangüíneo intestinal por arteriosclerose mesentérica e uso de drogas como laxantes, antiácidos, fenitoína, neomicina e metoclopramida, que podem diminuir a absorção. Outro dado a ser avaliado é o nível de adesão do paciente ao tratamento, tanto na freqüência quanto nas doses prescritas.
O tempo de coleta da amostra é um fator importante na determinação dos níveis séricos da digoxina. Os níveis séricos se elevam nitidamente durante a primeira hora depois de uma dose oral. Isso é seguido por uma diminuição quando a digoxina é levada para o miocárdio e outros tecidos. Normalmente, para absorção e armazenamento, quando administrada por via oral, são necessárias de 4 a 6 horas, e, por via endovenosa, cerca de 30 minutos. Depois disso, os níveis de digoxina no soro tendem a se estabilizar, passando a diminuir muito lentamente durante as 24 a 48 horas seguintes.
Não é possível determinar com precisão os níveis de digoxina em pacientes em fase de troca de terapia de digitoxina para terapia com digoxina, visto que ambas as drogas podem estar presentes no soro. Os anticorpos antidigoxina usados na maioria dos testes comerciais para dosagem de digoxina apresentam reação cruzada significativa com digitoxina (2% a 6% de reação cruzada, com alguns casos que chegam a 40%) e outros digitálicos. O problema da reação cruzada é exacerbado pelo fato de que níveis terapêuticos de digitoxina são aproximadamente 10 vezes mais altos do que os da digoxina. O anticorpo antidigitoxina também apresenta reação cruzada com digoxina (2% a 4% de reação cruzada), mas, por causa dos níveis terapêuticos mais altos, a interferência da digoxina é menos importante na dosagem de digitoxina.
Obtém-se a maior precisão diagnóstica coletando a amostra de sangue em um momento padronizado durante a fase estável, quando os níveis de digoxina no soro refletem as concentrações cardíacas usuais. Normalmente, o equilíbrio é alcançado num prazo de cerca de 5 dias, e a coleta é realizada imediatamente antes da próxima dose, ou a qualquer momento, quando da suspeita de intoxicação.
03 maio, 2009
Gripe A H1N1: sintomas
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As mãos são um importante fator de contágio. Os sintomas começam com um quadro viral transitório com ataque às mucosas das vias respiratórias;
O infectado começa a sentir mal-estar com febre súbita, dor de canbeça e de garganta, tosse e falta de ar. O vírus atinge a corrente sanguínea;
O vírus se aloja no pulmão e causa pneumonia (tosse permanente, dificuldade de respirar e febre alta;
A insuficiência respiratória pode levar o paciente à morte.
Fonte: Jornal O Globo.
As mãos são um importante fator de contágio. Os sintomas começam com um quadro viral transitório com ataque às mucosas das vias respiratórias;
O infectado começa a sentir mal-estar com febre súbita, dor de canbeça e de garganta, tosse e falta de ar. O vírus atinge a corrente sanguínea;
O vírus se aloja no pulmão e causa pneumonia (tosse permanente, dificuldade de respirar e febre alta;
A insuficiência respiratória pode levar o paciente à morte.
Fonte: Jornal O Globo.
21 abril, 2009
Qual o volume máximo para a aplicação de injeção intramuscular?
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O volume máximo de líquido é de 5 mL.
Caso haja um volume maior, deve ser aplicada em dois locais diferentes. Utilizar agulhas 30 x 7 ou 30 x 8 para evitar o risco de perda de medicamento por refluxo e formação de nódulos doloridos.
***
A região dorsoglútea (nádega), contém músculos amplos e espessos, ótimos para aplicação de injeções em adultos e crianças maiores de 2 anos. Em crianças menores a região da coxa é considerada mais segura.
***
A injeção na região deltoideana (Braço), de pequena massa muscular e com inúmeros nervos e vasos sanguineos, é mais dolorida e sujeita a complicações, devendo ser evitada sempre que possível. Evitar volume de líquido acima de 3 mL.
Texto preparado por: Silvia Moreira Taketsuma (formanda da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal Fluminense)
Referência:
Becton Dickinson. Manual de técnicas de aplicação. São Paulo:SP.
O volume máximo de líquido é de 5 mL.
Caso haja um volume maior, deve ser aplicada em dois locais diferentes. Utilizar agulhas 30 x 7 ou 30 x 8 para evitar o risco de perda de medicamento por refluxo e formação de nódulos doloridos.
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A região dorsoglútea (nádega), contém músculos amplos e espessos, ótimos para aplicação de injeções em adultos e crianças maiores de 2 anos. Em crianças menores a região da coxa é considerada mais segura.
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A injeção na região deltoideana (Braço), de pequena massa muscular e com inúmeros nervos e vasos sanguineos, é mais dolorida e sujeita a complicações, devendo ser evitada sempre que possível. Evitar volume de líquido acima de 3 mL.
Texto preparado por: Silvia Moreira Taketsuma (formanda da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal Fluminense)
Referência:
Becton Dickinson. Manual de técnicas de aplicação. São Paulo:SP.
19 abril, 2009
FDA alerta sobre la interacción de ceftriaxona con productos que contengan calcio
***
Alerta de la FDA sobre la interacción de ceftriaxona con productos que contengan calcio
15/04/2009
LA FDA ha elaborado una alerta de seguridad sobre la interacción entre ceftriaxona y productos que contengan calcio, tras dos comunicaciones de casos fatales en neonatos.
***
A requerimiento de la FDA, Roche, el laboratorio fabricante de ceftriaxona, llevó a acbo dos estudios in Vitro, uno usando plasma de adutos y otro con plasma neonatal, para valorar el potencial de precipitación de ceftriaxona-calcio cuando ceftriaxona y los productos que contienen calcio son mezclados en viales y en líneas de infusión. Basándose en los resultados de estos estudios, la FDA hace las siguientes recomendaciones:
***
• Está contraindicado el uso concomitante de ceftriaxona y productos que contengan calcio en neonatos (<28 días de edad). Ceftriaxona no debe usarse en neonatos (<28 días de edad) si están tratados con (o esperan ser tratados) con productos intravenosos que contengan calcio.
***
• En pacientes >28 días de edad, ceftriaxona y los productos que contienen calcio pueden ser administrados secuencialmente, limpiando las líneas de infusión con fluido compatible entre las infusiones.
***
• Ceftriaxona no debe administrarse simultáneamente con soluciones intravenosas que contengan calcio en Y en cualquier grupo de edad
***
• La FDA recomienda que ceftriaxona y productos que contienen calcio pueden ser administrados concomitantemente en pacientes>28 días de edad teniendo la precaución de seguir los pasos mencionados en los puntos anteriores ya que el riesgo de precipitación es bajo en esta población.
Referência: www.sefh.es
Alerta de la FDA sobre la interacción de ceftriaxona con productos que contengan calcio
15/04/2009
LA FDA ha elaborado una alerta de seguridad sobre la interacción entre ceftriaxona y productos que contengan calcio, tras dos comunicaciones de casos fatales en neonatos.
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A requerimiento de la FDA, Roche, el laboratorio fabricante de ceftriaxona, llevó a acbo dos estudios in Vitro, uno usando plasma de adutos y otro con plasma neonatal, para valorar el potencial de precipitación de ceftriaxona-calcio cuando ceftriaxona y los productos que contienen calcio son mezclados en viales y en líneas de infusión. Basándose en los resultados de estos estudios, la FDA hace las siguientes recomendaciones:
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• Está contraindicado el uso concomitante de ceftriaxona y productos que contengan calcio en neonatos (<28 días de edad). Ceftriaxona no debe usarse en neonatos (<28 días de edad) si están tratados con (o esperan ser tratados) con productos intravenosos que contengan calcio.
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• En pacientes >28 días de edad, ceftriaxona y los productos que contienen calcio pueden ser administrados secuencialmente, limpiando las líneas de infusión con fluido compatible entre las infusiones.
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• Ceftriaxona no debe administrarse simultáneamente con soluciones intravenosas que contengan calcio en Y en cualquier grupo de edad
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• La FDA recomienda que ceftriaxona y productos que contienen calcio pueden ser administrados concomitantemente en pacientes>28 días de edad teniendo la precaución de seguir los pasos mencionados en los puntos anteriores ya que el riesgo de precipitación es bajo en esta población.
Referência: www.sefh.es
04 abril, 2009
Stability of Reconstituted Fluconazole Oral Suspension in Plastic Bottles and Oral Syringes
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Stability of Reconstituted Fluconazole Oral Suspension in Plastic Bottles and Oral Syringes
Paul J Dentinger, MS, Chemist, Department of Pharmacy, University of Rochester Medical Center, Strong Memorial Hospital, Rochester, NY
Chad F Swenson, BS Pharm, Supervisor of Compounding Services, Department of Pharmacy, University of Rochester Medical Center, Strong Memorial Hospital
BACKGROUND: Fluconazole for oral suspension is a dry powder with a beyond-use date of 14 days after being reconstituted. Dispensing fluconazole liquid in the inpatient setting would be much more efficient if prefilled oral syringes containing standard doses were readily available. In addition, if the beyond-use date could be extended, the resulting decreased waste would be economically beneficial.
OBJECTIVE: To determine the stability of reconstituted fluconazole oral suspension using high-performance liquid chromatography (HPLC).
METHODS: Diflucan lyophilized powder was reconstituted to fluconazole 40 mg/mL using Sterile Water for Irrigation, USP. Samples were stored at room temperature in both the original Diflucan plastic bottles and in amber polyethylene oral syringes with silicon elastomer plunger tips that were sealed with high-density polyethylene caps. Samples were analyzed immediately and at 14, 28, 42, 56, and 70 days. Fluconazole concentrations were measured using a modified stability-indicating HPLC method. At each test interval, the density of the suspension was determined gravimetrically and then used to calculate the exact volume of sample used for each analysis. Excessive degradation was defined as greater than 10% loss of the initial concentration.
RESULTS: The stock internal standard was stable for at least 77 days when stored in the dark at room temperature. The stock and working fluconazole standard solutions were prepared fresh at each test interval. Reconstituted oral suspension retained more than 90% of the initial fluconazole concentration for at least 70 days at 22–25 °C. No changes in color, odor, or visible microbiological growth were observed in any sample. The pH of the suspension was initially 4.2 and remained essentially unchanged throughout the study.
CONCLUSIONS: Reconstituted fluconazole oral suspension is stable in both the product's original plastic bottles and in amber polyethylene oral syringes for at least 70 days when stored at 22–25 °C.
REFERENCE: Published Online, February 10, 2009. www.theannals.com
Stability of Reconstituted Fluconazole Oral Suspension in Plastic Bottles and Oral Syringes
Paul J Dentinger, MS, Chemist, Department of Pharmacy, University of Rochester Medical Center, Strong Memorial Hospital, Rochester, NY
Chad F Swenson, BS Pharm, Supervisor of Compounding Services, Department of Pharmacy, University of Rochester Medical Center, Strong Memorial Hospital
BACKGROUND: Fluconazole for oral suspension is a dry powder with a beyond-use date of 14 days after being reconstituted. Dispensing fluconazole liquid in the inpatient setting would be much more efficient if prefilled oral syringes containing standard doses were readily available. In addition, if the beyond-use date could be extended, the resulting decreased waste would be economically beneficial.
OBJECTIVE: To determine the stability of reconstituted fluconazole oral suspension using high-performance liquid chromatography (HPLC).
METHODS: Diflucan lyophilized powder was reconstituted to fluconazole 40 mg/mL using Sterile Water for Irrigation, USP. Samples were stored at room temperature in both the original Diflucan plastic bottles and in amber polyethylene oral syringes with silicon elastomer plunger tips that were sealed with high-density polyethylene caps. Samples were analyzed immediately and at 14, 28, 42, 56, and 70 days. Fluconazole concentrations were measured using a modified stability-indicating HPLC method. At each test interval, the density of the suspension was determined gravimetrically and then used to calculate the exact volume of sample used for each analysis. Excessive degradation was defined as greater than 10% loss of the initial concentration.
RESULTS: The stock internal standard was stable for at least 77 days when stored in the dark at room temperature. The stock and working fluconazole standard solutions were prepared fresh at each test interval. Reconstituted oral suspension retained more than 90% of the initial fluconazole concentration for at least 70 days at 22–25 °C. No changes in color, odor, or visible microbiological growth were observed in any sample. The pH of the suspension was initially 4.2 and remained essentially unchanged throughout the study.
CONCLUSIONS: Reconstituted fluconazole oral suspension is stable in both the product's original plastic bottles and in amber polyethylene oral syringes for at least 70 days when stored at 22–25 °C.
REFERENCE: Published Online, February 10, 2009. www.theannals.com
04 março, 2009
Cuidados na Administração do Nitroprussiato de Sódio (NPS) em UTI
O Nitroprussiato de sódio é um potente vasodilatador arterial e venoso, reduzindo resistência vascular arterial e aumentando o pool venoso. Possui ação direta sobre o músculo liso vascular, formando óxido nítrico, responsável pela vaso dilatação. A via metabólica de formação de ON é diferente das dos nitratos, explicando o não surgimento de tolerância e a maior potência desta droga em locais diferentes da vasculatura.
Indicação: Sua principal indicação é em situações de EMERGÊNCIA HIPERTENSIVA.
Estas incluem: riscos de encefalopatia hipertensiva, hemorragia cerebral; descompensação cardíaca aguda acompanhada por endema pulmonar; dissecação de aneurismas; síndrome do sofrimento respiratório idiopático em recém-nascidos; nefrite glomerular aguda. Está indicado também no pós-operatório de cirurgias de grande porte (revascularizaão miocárdica, endarterectomia de carótida, cirurgias vasculares) para melhor controle da pressão sanguínea. Pode ser utilizado também para estimular o débito cardíaco e no espasmo arterial grave e para pronta correção da isquemia dos vasos periféricos proveniente de envenenamento com drogas contendo ergotamina;
Forma de Apresentação: Pó liofilizado para infusão EV. Cada caixa contém 1 frasco de 50 mg de Nitroprussiato de sódio dihidratado + 5 ampolas de diluente com 2 mL.
Preparo: Diluir o conteúdo de nitroprussiato de sódio nos respectivos diluentes e adicioná-lo a 250 mL de solução glicosada de 5%
Cuidados de Enfermagem no Preparo, Administração e Manutenção do Nipride: A principal precaução no uso de Nipride® é a hipotensão severa e o acúmulo de cianeto ocasionado pelo uso prolongado da medicação.
. Nunca realizar infusão do nipride em injeção endovenosa diretamente (“bolus”), devido risco de hipotensão irreversível e choque;
. Utilizar apenas soro glicosado 5% para sua diluição; O frasco do soro bem como a extensão do equipo e do conector deverão ser revestidos com material radiopaco, pois o medicamento é sensível à luz e sua exposição inativa seu efeito;
. A troca da solução contendo nipride deverá ser realizada a cada 6 horas; Sempre utilizar bomba de infusão para sua administração. Nunca administrar Nipride® em infusão gota/gota;
. Manter o paciente com monitoramento da pressão arterial. No início da infusão, programar a verificação da PA de 10-10 minutos, até que tenhamos o ajuste de infusão. Em seguida, poderemos programar a verificação da pressão arterial de 30-30 minutos;
. Para infusões longas de Nipride®, devemos estar atentos e saber recoonhecer os sinais de intoxicação por cianeto. A intoxicação por cianeto (nitroprussiato de sódio ou outros cianetos) pode-se manifestar através da acidose metabólica, hiperoxemia venosa (sangue venoso brilhante), falta de ar, confusão mental , parada cárdio-respiratória e morte;
. A hipotensão severa induzida pelo nitroprussiato de sódio deve limitar-se dentro de um período que varia de 1 a 10 minutos após a descontinuidade da infusão.
. Neste período de tempo, o paciente deve ser colocado na posição de Trendelenburg, o que melhora o retorno venoso. Se a hipotensão persistir além desses minutos, após a suspensão da infusão de Nipride®, a causa verdadeira deverá ser procurada e identificada.
Referências Bibliográficas:
1. Villanueva F, Glasheen WP, Sklenar J, Jayaweera AR, Kaul S. Successful and reproducible myocardial opacification during two-dimensional echocardiography from right heart injection of contrast. Circulation 85:1557-64, 1992.
2. Cotter B, Kriett J, Perricone T, Kwan OL, Cha YM, Nozaki S, et al. Detection of coronary artery occlusion by decreased myocardial opacification following intravenous injection of QW3600 (EchoGen) [abstract]. Circulation 90(Pt 2):I-67, 1994.
3. Camarano GP, Ismail S, Goodman NC, Kaul S. Assessment of risk area during coronary occlusion and infarct size after reperfusion can be determined with myocardial contrast echocardiography using intravenous injections of FS-069, a new contrast agent [abstract]. Circulation 90(Pt 2):I-68, 1994.
4. Grauer S, Pantely GA, Xu J, Shiota T, Gong Z, Giraud GG, et al. Aerosomes MRX 115: echocardiographic and hemodynamic characteristics of new echo contrast agent that produces myocardial opacification after intravenous injections in pigs [abstract]. Circulation 90(Pt 2):I-556, 1994.
5. Xie F, Porter TR. Acute myocardial ischemia and reperfusion can be visually identified non-invasively with intravenous perfluoropropane-enhanced sonicated albumin ultrasound contrast. Circulation 90:I-555, 1994
Indicação: Sua principal indicação é em situações de EMERGÊNCIA HIPERTENSIVA.
Estas incluem: riscos de encefalopatia hipertensiva, hemorragia cerebral; descompensação cardíaca aguda acompanhada por endema pulmonar; dissecação de aneurismas; síndrome do sofrimento respiratório idiopático em recém-nascidos; nefrite glomerular aguda. Está indicado também no pós-operatório de cirurgias de grande porte (revascularizaão miocárdica, endarterectomia de carótida, cirurgias vasculares) para melhor controle da pressão sanguínea. Pode ser utilizado também para estimular o débito cardíaco e no espasmo arterial grave e para pronta correção da isquemia dos vasos periféricos proveniente de envenenamento com drogas contendo ergotamina;
Forma de Apresentação: Pó liofilizado para infusão EV. Cada caixa contém 1 frasco de 50 mg de Nitroprussiato de sódio dihidratado + 5 ampolas de diluente com 2 mL.
Preparo: Diluir o conteúdo de nitroprussiato de sódio nos respectivos diluentes e adicioná-lo a 250 mL de solução glicosada de 5%
Cuidados de Enfermagem no Preparo, Administração e Manutenção do Nipride: A principal precaução no uso de Nipride® é a hipotensão severa e o acúmulo de cianeto ocasionado pelo uso prolongado da medicação.
. Nunca realizar infusão do nipride em injeção endovenosa diretamente (“bolus”), devido risco de hipotensão irreversível e choque;
. Utilizar apenas soro glicosado 5% para sua diluição; O frasco do soro bem como a extensão do equipo e do conector deverão ser revestidos com material radiopaco, pois o medicamento é sensível à luz e sua exposição inativa seu efeito;
. A troca da solução contendo nipride deverá ser realizada a cada 6 horas; Sempre utilizar bomba de infusão para sua administração. Nunca administrar Nipride® em infusão gota/gota;
. Manter o paciente com monitoramento da pressão arterial. No início da infusão, programar a verificação da PA de 10-10 minutos, até que tenhamos o ajuste de infusão. Em seguida, poderemos programar a verificação da pressão arterial de 30-30 minutos;
. Para infusões longas de Nipride®, devemos estar atentos e saber recoonhecer os sinais de intoxicação por cianeto. A intoxicação por cianeto (nitroprussiato de sódio ou outros cianetos) pode-se manifestar através da acidose metabólica, hiperoxemia venosa (sangue venoso brilhante), falta de ar, confusão mental , parada cárdio-respiratória e morte;
. A hipotensão severa induzida pelo nitroprussiato de sódio deve limitar-se dentro de um período que varia de 1 a 10 minutos após a descontinuidade da infusão.
. Neste período de tempo, o paciente deve ser colocado na posição de Trendelenburg, o que melhora o retorno venoso. Se a hipotensão persistir além desses minutos, após a suspensão da infusão de Nipride®, a causa verdadeira deverá ser procurada e identificada.
Referências Bibliográficas:
1. Villanueva F, Glasheen WP, Sklenar J, Jayaweera AR, Kaul S. Successful and reproducible myocardial opacification during two-dimensional echocardiography from right heart injection of contrast. Circulation 85:1557-64, 1992.
2. Cotter B, Kriett J, Perricone T, Kwan OL, Cha YM, Nozaki S, et al. Detection of coronary artery occlusion by decreased myocardial opacification following intravenous injection of QW3600 (EchoGen) [abstract]. Circulation 90(Pt 2):I-67, 1994.
3. Camarano GP, Ismail S, Goodman NC, Kaul S. Assessment of risk area during coronary occlusion and infarct size after reperfusion can be determined with myocardial contrast echocardiography using intravenous injections of FS-069, a new contrast agent [abstract]. Circulation 90(Pt 2):I-68, 1994.
4. Grauer S, Pantely GA, Xu J, Shiota T, Gong Z, Giraud GG, et al. Aerosomes MRX 115: echocardiographic and hemodynamic characteristics of new echo contrast agent that produces myocardial opacification after intravenous injections in pigs [abstract]. Circulation 90(Pt 2):I-556, 1994.
5. Xie F, Porter TR. Acute myocardial ischemia and reperfusion can be visually identified non-invasively with intravenous perfluoropropane-enhanced sonicated albumin ultrasound contrast. Circulation 90:I-555, 1994
01 março, 2009
Medicamentos e outras definições
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Medicamento: produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins diagnóstico. É uma forma farmacêutica terminada que contém o fármaco, geralmente em associação com adjuvantes farmacotécnicos.
Medicamento Novo: medicamento que está a menos de cinco anos no mercado.
Medicamentos Bioequivalentes: são equivalentes farmacêuticos ou alternativas farmacêuticas que, ao serem administrados na mesma dose molar, nas mesmas condições experimentais, não apresentam diferenças estatisticamente significativas em relação à biodisponibilidade.
Medicamentos Biotecnológicos: medicamento biológico, tecnicamente obtido ou elaborado por procedimentos biotecnológicos com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico.
Medicamentos da Lista A (Entorpecente): a notificação é de cor amarela; é fornecida pela Vigilância Sanitária, devendo ter uma especialidade farmacêutica por notificação. Na forma oral, quantidade suficiente para 30 (trinta) dias e na forma injetável, no máximo de 5 (cinco) ampolas. A notificação tem validade de 30 dias após a sua emissão.
Medicamentos da Lista B (Psicotrópico): a notificação é de cor azul; é fornecida pelo Prescritor ou pela Instituição. A Vigilância Sanitária fornecerá a numeração dos talões. A notificação deverá ter uma especialidade farmacêutica por notificação. Na forma oral, quantidade suficiente para 60 (sessenta) dias e na forma injetável, no máximo de 5 (cinco) ampolas. A notificação tem validade de 30 dias após a sua emissão.
Medicamento: produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins diagnóstico. É uma forma farmacêutica terminada que contém o fármaco, geralmente em associação com adjuvantes farmacotécnicos.
Medicamento Novo: medicamento que está a menos de cinco anos no mercado.
Medicamentos Bioequivalentes: são equivalentes farmacêuticos ou alternativas farmacêuticas que, ao serem administrados na mesma dose molar, nas mesmas condições experimentais, não apresentam diferenças estatisticamente significativas em relação à biodisponibilidade.
Medicamentos Biotecnológicos: medicamento biológico, tecnicamente obtido ou elaborado por procedimentos biotecnológicos com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico.
Medicamentos da Lista A (Entorpecente): a notificação é de cor amarela; é fornecida pela Vigilância Sanitária, devendo ter uma especialidade farmacêutica por notificação. Na forma oral, quantidade suficiente para 30 (trinta) dias e na forma injetável, no máximo de 5 (cinco) ampolas. A notificação tem validade de 30 dias após a sua emissão.
Medicamentos da Lista B (Psicotrópico): a notificação é de cor azul; é fornecida pelo Prescritor ou pela Instituição. A Vigilância Sanitária fornecerá a numeração dos talões. A notificação deverá ter uma especialidade farmacêutica por notificação. Na forma oral, quantidade suficiente para 60 (sessenta) dias e na forma injetável, no máximo de 5 (cinco) ampolas. A notificação tem validade de 30 dias após a sua emissão.
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