20 fevereiro, 2012

Gel de metronidazol + lidocaína

***

Metronidazol....................................................1 g
Cloridrato de Lidocaína..................................2 g
Gel Neutro de Carbopol q.s.p.....................100 g

Em um gral, triturar o metronidazol e a lidocaína, adicionar um pouco de propile-noglicol para formar uma pasta. Incorporar pouco a pouco sobre o gral o gel de carbopol até a obtenção de um aspecto homogêneo. Em recipientes adequados, es-te produto deve ser armazenado em temperatura ambiente e protegido da luz. Uso tópico.

Referência: Clavijo MJL, Comes VB. Formulario Básico de Medicamentos Magistrales, 2ª Ed. España, 2007

16 janeiro, 2012

Neurotoxic effects induced by the topical administration of cycloplegics

***

Neurotoxic effects induced by the topical administration of cycloplegics in a pediatric patient

V. Saavedra, C. Folguera, A. Torralba
Universitary Hospital Puerta de Hierro, Pharmacy, Madrid, Spain

Background; Cycloplegic drugs are frequently used in ophthalmology examinations. Although they are administered topically, their absorption could produce neurotoxicity.

Purpose:To report the risk of neurotoxicity associated with cycloplegic eye drops.

Material and Methods: Review of the available literature about neurotoxicity and cycloplegic eye drops, and report of a case that happened in the Paediatric Department during the pharmacist training period.

Results: A 4-year-old girl was admitted to the Emergency Department presenting a confusional episode with incoherent speech, unresponsive bilateral mydriasis, agitation, unsteady gait, visual hallucinations, spatial disorientation and lack of recognition of her family. Her parents revealed that two hours before an ophthalmologist had administered to her one drop of tropicamide and one drop of cyclopentolate eye drops for a fundus examination. The patient was admitted and was kept under observation, considering that the half-life of these eye drops is around 6 h for tropicamide and 24 h for cyclopentolate. During the first 24 h the patient evolved favourably. No drugs were administered to resolve the clinical status. The neurotoxicity was resolved progressively although nonreactive bilateral mydriasis persisted 3 days after intoxication. This case was reported to Madrid’s Pharmacovigilance Centre, which replied that these side effects are described for these drugs: they are dose dependent, and if administration is not stopped there could be risk of coma with cardiovascular collapse, even death. A review carried out about the neurotoxic effect of these drugs reported 75 cases of neurotoxicity in patients exposed to cycloplegic drugs: 29 cases were due to cyclopentolate, 19 to atropine, 18 to homatropine, 7 to scopolamine and 2 to tropicamide. Many of the patients reported were children or elderly people.

Conclusion: Topical administration of drugs must not be underestimated. In our patient the neurotoxicity was resolved without sequelae but some cases of death have been reported. Moreover, neurotoxicity induced by cycloplegic drugs should be considered in order to make a differential diagnosis of acute confusional syndromes.

Reference: 16th Congress of EAHP. 30 March - 01 April 2011. Viena. Austria

07 dezembro, 2011

Off-label and unlicensed use of medicines for children

***

Off-label and unlicensed use of medicines for children in a neonatal intensive care unit in a Brazilian teaching hospital

S.C. Brassica, E. Ribeiro, A.B. Sousa
University of São Paulo, Pharmacy Service from University Hospital, São Paulo, Brazil

Background: Many medicines used in newborns, infants, children and adolescents are not licensed ("unlicensed") or are prescribed outside the terms of the marketing authorization ("off-label"). Several studies have shown that this is a common practice in various healthcare settings in the USA, Europe and Australia, but data are escarce in Brazil. The aim of our prospective study was to determine the proportion of unlicensed or off-label prescriptions in paediatric patients

Methodology: This pilot study was conducted prospectively over a three month period, from March to August 2008, in the department of a neonatal intensive care unit in a Brazilian teaching hospital.

Results: Forty-two patients aged from zero to 44 days were included in the study. A total of 173 prescriptions were written for the patients. Nine prescriptions (5%) were unlicensed. The unlicensed medicines prescribed were calcium, chloral hydrate,
phosphorous, hydrochlorothiazide and spironolactone. Off-label prescriptions accounted for 50% of them (n=82). Sixteen different medicines were used off-label (epinephrine, aminophylline, ampicillin, cefotaxime, dexamethasone, metamizole, dobutamine, dopamine, phenobarbital, fentanyl, filgrastim, midazolam, pancuronium, proparacaine, ranitidine and salbutamol. It was observed that analgesics and
anesthesics were the medicines most used off-label (n=46, 55%), followed by cardiovascular drugs (n=16, 19%) and antimicrobials (n=8, 10%).Twenty six patients (62%) received at least one off label drug. The main types of off-label usage were
age (53%) and indication (39%) followed by dosage (7%) and administration for different ways (1%).

Conclusions: The use of unlicensed or off-label medicines to treat children was found to be common. Cooperation between the pharmaceutical industry, national regulatory authorities, clinical researchers and healthcare professionals is required in order to ensure that medicines for children do not remain off-label or
unlicensed.

Refernce: Poster in: 14th Congress of EAHP. Barcelona. 2009

26 novembro, 2011

Livro Manual de Drogas Injetáveis

2ª Edição 2012
Livraria e Editora Medfarma
ISBN: 978-85-89248-07-5
Nº de páginas: 412
Formato: 16 x 23 cm
Capa dura

De forma prática e concisa o Manual de Drogas Injetáveis apresenta importantes informações a médicos, enfermeiros e farmacêuticos que atuam em Unidade Central de Misturas Intravenosas, tais como: Descrição do produto, nome comercial, posologia, alertas, reconstituição, concentração após a reconstituição, vias de administração, diluentes, volume final para infusão, compatibilidade, incompatibilidade e estabilidade de medicamentos injetáveis para 175 medicamentos: pH dos produtos farmacêuticos: capítulo com cálculos e fórmulas, capítulo sobre administração de medicamentos injetáveis e capítulo com lista de abreviaturas e siglas. A descrição de cada medicamento está de acordo com a nova norma da ANVISA, com o Sistema Fechado, a RDC 45.

Conteúdo
Sumário
Nota
Agradecimentos
Prefácio
Apresentação
Introdução
Lista de abreviaturas e siglas
Cálculos e fórmulas

Informações básicas
Reconstituição de pós injetáveis
Misturas intravenosas
Cálculos e fórmulas
Cálculos de velocidade de infusão
Cálculo do gotejamento
Método prático
Infusão em gotas
Infusão em microgotas
Cálculo para infusão intravenosa do medicamento
Cálculo da velocidade de gotejamento com equipo de bureta
Cálculo de mL/h para uso em bomba de infusão contínua (BIC)
Cálculo da concentração do medicamento
Cálculo da concentração do medicamento em porcentagem
Cálculo da concentração do medicamento na forma diluída
Cálculo da dose para medicamentos em g/mL, mg/mL ou mcg/mL
Cálculo de mL/h para uso em BIC em gotas/min
Resumo de cálculo para gotejamento
Unidades de medida
Questões para autoavaliação
Respostas do teste

Administração de medicamentos injetáveis

Introdução
Terapia intravenosa
Injeção intravenosa direta
Infusão intravenosa intermitente
Infusão intravenosa contínua 40
Injeção intramuscular
Injeção subcutânea
Injeção subcutânea contínua
Via intra-arterial
Via intratecal
Via intraperitoneal
Outras vias
Equipos para infusão
Sistema fechado de infusão
Bombas de infusão

Medicamentos Injetáveis: Monografias

ACETILCISTEÍNA
ACICLOVIR
ÁCIDO AMINOCAPRÓICO
ÁCIDO ASCÓRBICO
ÁCIDO TRANEXÂMICO
ADENOSINA
ALBUMINA HUMANA
ALFAINTERFERONA 2b RECOMBINANTE
ALFENTANILA
ALPROSTADIL
ALTEPLASE
AMICACINA
AMINOFILINA
AMIODARONA
AMOXICILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO
AMPICILINA
AMPICILINA + SULBACTAM
AMRINONA
ANFOTERICINA B
ANFOTERICINA B COMPLEXO LIPÍDICO
ANFOTERICINA B LIPOSSOMAL
ANIDULAFUNGINA
ATRACÚRIO
ATROPINA
AZITROMICINA
BENZILPENICILINA POTÁSSICA
BICARBONATO DE SÓDIO
BROMOPRIDA
BUPIVACAÍNA
CALCITRIOL
CASPOFUNGINA
CEFAZOLINA
CEFEPIMA
CEFOTAXIMA
CEFTAROLINA
CEFTAZIDIMA
CEFTRIAXONA
CEFUROXIMA
CETAMINA
CETOPROFENO
CETOROLACO DE TROMETAMOL
CIPROFLOXACINO
CISATRACÚRIO
CLARITROMICINA
CLINDAMICINA
CLONIDINA
CLORETO DE POTÁSSIO
CLORETO DE SÓDIO
COMPLEXO VITAMÍNICO B
CLORPROMAZINA
DALTEPARINA
DANTROLENO
DAPTOMICINA
DESFERROXAMINA
DESLANOSÍDEO
DESMOPRESSINA
DEXAMETASONA
DEXMEDOTIMIDINA
DIAZEPAM
DICLOFENACO DE SÓDIO
DILTIAZEM
DIMENIDRINATO
DIPIRONA
DOBUTAMINA
DOLASETRONA
DOPAMINA
DORIPENEM
DROPERIDOL
EFEDRINA
ENOXAPARINA
EPINEFRINA
ERTAPENEM
ESCOPOLAMINA
ESMOLOL
ESOMEPRAZOL
ESTREPTOMICINA
ESTREPTOQUINASE
ETILEFRINA
ETOMIDATO
FENILEFRINA
FENITOÍNA
FENOBARBITAL
FENTANILA
FITOMENADIONA
FLUCONAZOL
FLUMAZENIL
FOSFATO DE POTÁSSIO
FUROSEMIDA
GENTAMICINA
GLICOSE
GLUCAGON
GLUCONATO DE CÁLCIO
GRANISETRONA
HALOPERIDOL
HEPARINA
HIDRALAZINA
HIDROCORTISONA
IBUPROFENO
IMIPENEM + CILASTATINA
IMUNOGLOBULINA ANTITETÂNICA
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA
INDOMETACINA
INSULINA HUMANA REGULAR
LANSOPRAZOL
LEVOBUPIVACAÍNA
LEVOFLOXACINO
LIDOCAÍNA
LINEZOLIDA
MANITOL
MEROPENEM
METADONA
METARAMINOL
METILPREDNISOLONA
METOCLOPRAMIDA
METOPROLOL
METRONIDAZOL
MICAFUNGINA
MIDAZOLAM
MILRINONA
MONONITRATO DE ISOSSORBIDA
MORFINA
NALBUFINA
NALOXONA
NEOSTIGMINA
NIMODIPINO
NITROGLICERINA
NITROPRUSSIATO DE SÓDIO
NOREPINEFRINA
OCITOCINA
OCTREOTIDA
OMEPRAZOL
ONDANSETRONA
OXACILINA
PALONOSETRONA
PANCURÔNIO
PANTOPRAZOL
PARECOXIBE SÓDICO
PENTOXIFILINA
PETIDINA
PIPERACILINA + TAZOBACTAM
POLIMIXINA B
PROMETAZINA
PROPOFOL
PROPRANOLOL
PROTAMINA
RANITIDINA
REMIFENTANILA
ROCURÔNIO
ROPIVACAÍNA
SACARATO DE HIDRÓXIDO FÉRRICO
SALBUTAMOL
SOMATOSTATINA
SUFENTANILA
SUGAMADEX
SULFAMETOXAZOL + TRIMETOPRIMA
SULFATO DE MAGNÉSIO
SUXAMETÔNIO
TEICOPLANINA
TENOXICAM
TERBUTALINA
TICARCILINA + CLAVULANATO DE POTÁSSIO
TIGECICLINA
TIOPENTAL
TIROFIBANA
TRAMADOL
TREPROSTINIL
TROPISETRONA
VANCOMICINA
VASOPRESSINA
VECURÔNIO
VERAPAMIL
VORICONAZOL
ZIDOVUDINA

31 outubro, 2011

Sulfametoxazol + trimetoprima: diluente, volume final e tempo de infusão?

***

Diluente, volume final e tempo de infusão: soro glicosado 5%, soro fisiológico 0,9%, soro glicosado 10%, ringer simples. Diluição padrão: 1 ampola (5 mL) em 100 mL de solução para infusão (1:20); 1 ampola (5 mL) em 125 mL de solução para infusão (1:25); 2 ampolas (10 mL) em 250 mL de solução para infusão; 3 am-polas (15 mL) em 500 mL de solução para infusão. Diluição padrão para pacientes com restrição líquida: 1 ampola (5 mL) em 75 mL de soro fisiológico 0,9% ou soro glicosado 5%. Infusão IV intermitente: dose até 80 mg: diluir em 100 mL e infundir em 60 min. Dose de 81 a 120 mg: diluir em 150 a 250 mL e correr em 90 min. Dose de 121 a 240 mg: diluir em 250 mL e infundir em 90 min. Dose de 241 a 450 mg: diluir em 500 mL e infundir em 2 h.

Referência: Souza GB. Manual de Drogas Injetáveis, 2ª ed. Editora Medfarma. São Paulo. 2011

13 setembro, 2011

Cetuximabe: estabilidade após diluição

***
Vias e formas de administração: IV: infusão IV intermitente.

Diluente, volume final e tempo de infusão: soro fisiológico 0,9%. Infusão IV inter-mitente: diluir em um volume final de 50 mL. Tempo de infusão para a dose inicial é de 120 min. Tempo de infusão para as doses semanais seguintes é de 60 min. Velocidade máxima de infusão não deve exceder 10 mg/min, equivalente a 5 mL/min do frasco de cetuximabe 2 mg/mL.

Estabilidade da solução diluída: em área classificada para reconstituição de soluções injetáveis. Diluída em soro fisiológico 0,9% na concentração de 1 mg/mL é estável para 8 h na temperatura ambiente e 12 h sob refrigeração em bolsa plástica de PVC. Para uso injetável. (1)

Estabilidade da solução diluída: na concentração de 2 mg/mL este produto é estável para 14 dias sob refrigeração em bolsa plástica de PVC vazia e frasco de vidro âmbar. Para uso injetável. (2)

Estabilidade da solução diluída: em soro fisiológico 0,9% na concentração de 5 mg/mL é estável para 2 dias na temperatura ambiente em bolsa plástica de PVC. Para uso injetável. (3)

Referências:
1.Erbitux®. Informativo do Produto. São Paulo, SP: BMS; 2006
2.Ikesue H, Vermeulen LC, Hoke R, Kolesar JM. Stability of Cetuximab and Panitumumab in Glass Vials and Polyvinyl Chloride Bags. Am J Health-Syst Pharm 2010;67:223-6
3.Cetuximab. Disponível em: http://www.ema.europa.eu. Acesso em: 25 de agosto de 2011

02 julho, 2011

Amiodarona injetável: compatibilidade após diluição

***

Compatibilidade na administração em Y: ácido zoledrônico, amicacina, anfotericina B, anfotericina B complexo lipídico, atracúrio, atropina, bleomicina, bretílio, bumetani-da, carboplatino, caspofungina, ceftriaxona, cefuroxima, ciclofosfamida, ciprofloxa-cino, cisplatino, claritromicina, clindamicina, cloreto de cálcio, cloreto de potássio, dactinomicina, dopamina, dobutamina, doxiciclina, epinefrina, esmolol, etoposido, fenoldopam, famotidina, fentolamina, fenilefrina, fentanila, fentolamina, fluconazol, gemcitabina, gentamicina, gluconato de cálcio, granisetrona, idarrubicina, ifosfamida, insulina regular, irinotecano, isoproterenol, labetalol, lidocaína, linezolida, lorazepam, metaraminol, metilprednisolona, metoprolol, metronidazol, midazolam, milrinona, mitoxantrona, morfina, nitroglicerina, norepinefrina, octreotida, ofloxacino, palonose-trona, pemetrexede, petidina, propafenona, penicilina G potássica, rocurônio, tirofibana, tobramicina, tramadol, vancomicina, vasopressina, vecurônio, verapamil, vincristina, vinorelbina, voriconazol.

Incompatibilidade na administração em Y: acetato de sódio, ácido aminocaproico, aminofilina, ampicilina + tazobactam, ampicilina + sulbactam, amoxicilina + clavulana-to, argatroban, atenolol, bicarbonato de sódio, cefamandol, cefazolina, ceftazidima, citarabina, doxorrubicina, drotrecogina alfa, ertapenem, fludarabina, fluorouracilo, fosfato de potássio, fosfato de sódio, heparina, imipenem + cilastatina, levofloxacino, mecloretamina, mezlocilina, paclitaxel, piperacilina, piperacilina + tazobactam, tigeciclina, tiotepa.

Incompatibilidade em seringa: heparina

Referência: Souza GB. Manual de Drogas Injetáveis, 1ª ed. Editora Medfarma. São Paulo:SP. 2011